A exposição do espólio do historiador Germano Silva na Casa do Infante, conforme nos avisa o PJ.
27 outubro, 2005
Porque a memória deve perdurar
Aqui fica um comentário de um anónimo a um texto publicado na GLQL:
COMO TUDO ACONTECEU...
Quando Maria de Lurdes Pintasilgo foi primeira ministra de um governo da iniciativa de Ramalho Eanes, antes de sair do seu posto resolveu aumentar as pensões sociais de certas camadas de pensionistas. Foi um aumento considerável.
Sá Carneiro, na altura a preparar a AD, criticou fortemente esse aumento. A AD ganhou a seguir as eleições e foi para o governo, com Cavaco Silva em ministro das Finanças. Não tardou muito e fez novo aumento dessas pensões, o que fez com que num só ano essas pensões tivessem aumentado cerca de 45%. Começou aqui o descalabro despesista do Estado.
Mas, como o preço do petróleo entretanto tinha subido muito, de 12$/barril, para perto de 40$/barril, e como Sá Carneiro faleceu no acidente de Camarate, e era depois Pinto Balsemão o primeiro ministro, Cavaco Silva, prevendo mau tempo no canal para a economia mundial e portuguesa abandonou o barco da AD e recusou ser ministro do governo de Balsemão. Este ficou amuado e com o tempo se veria que nunca lhe perdoou este abandono do barco em pleno naufrágio.
A AD, esfrangalhada por lutas intestinas e pela crise económica que levou o país à beira da bancarrota, acaba por perder as eleições em 1983 e dá lugar a um governo de salvação nacional presidido por Mário Soares, com Mota Pinto em vice-primeio ministro. Foi o governo do bloco central.
Mário Soares teve de recorrer ao FMI para resolver a situação, com a ajuda do seu ministro das Finanças, Hernani Lopes. Em 1985 as contas públicas estavam recuperadas e o caso deu brado nos meios financeiros internacionais. Portugal passou a ser um exemplo de bom aluno do FMI.
Mas esta recuperação das finanças públicas custou popularidade a Mário Soares e ao PS, que na altura fez outra grande reforma, a do arrendamento, matéria tabú para os governos anteriores. E o PSD, com Cavaco Silva, sobe ao poder.
Iniciava-se na altura a recuperação da economia mundial depois do choque do petróleo de 1980/81, com a descida forte do preço do petróleo. Cavaco Silva, bem infomado sobre os ciclos económicos, viu que teria um período de vacas gordas para fazer figuraço, até porque Portugal se preparava para entrar na CEE e iria receber chorudos fundos comunitários.
Cavaco Silva passou então a governar com três Orçamentos, o geral do Estado, o dos fundos comunitários e o das privatizações da banca, seguros, etc.
Foi um fartar vilanagem, dinheiro a rodos para distribuir pela clientela, incluindo centenas de milhares de funcionários públicos. O despesismo estatal no seu melhor! Fez obras, sim senhor, incluindo o CCB, que era para custar 6 milhões de contos e custou 40 milhões, segundo se disse na época. O rigor cavaquista no seu melhor!
Anos depois vem a guerra do Golfo, com implicações económicas fortes a nível internacional, e Cavaco Silva, prevendo período de vacas magras e já com ele em andamento, resolveu abandonar o barco e parar de governar e entregou o testemunho ao seu ex-ministro Nogueira. Este perdeu as eleições para Guterres e em 1996 iniciava-se a recuperação da economia mundial. Foi um bom período para Guterres, que continuou o despesismo de Cavaco Silva, já que este último tinha deixado o campo minado por sistemas automáticos de aumento da despesa pública, o MONSTRO cavaquista de que viria a falar Miguel Cadilhe, além de milhares de contratados a recibos verdes no aparelho do Estado, que Guterres teve de integrar nos quadros do Estado para não ter de mandar para a rua gente que há anos não fazia outra coisa senão trabalhar para e dentro do aparelho de Estado.
Foi este o percurso do despesista Cavaco Silva, o que como ministro das finanças da AD aumentou num ano, pela segunda vez, milhares de pensionistas, e o que, como primeiro ministro, aumentou a despesa pública de tal ordem que os défices públicos da sua governação, se limpos das receitas extraordinárias, subiram tanto (chegou a 9% do PIB) que o actual défice das contas públicas é apenas mais um no oceano despesista inventado por Cavaco Silva nos longínquos tempos da AD e continuado nos tempos em que foi primeiro ministro, depois da recuperação heroica dos tempos de Mário Soares e Hernani Lopes, nos anos 1983-85.
É neste despesista disfarçado de rigor que devemos votar para PR? Desculpem, se quiserem propor Hernani Lopes para PR, podem contar com o meu voto. Mas como ele não aparece a candidatar-se a PR, vou votar em quem o ajudou a salvar Portugal da bancarrota provocada pela AD de Cavaco Silva. E esse alguém é Mário Soares.
Estes os factos. E eu voto em factos, não em mitos e miragens. Mário Soares tem um brilhante CV em controlo da despesa pública (governos de 1977/78 e 1983-85). Cavaco Silva tem um brilhante CV no descalabro das contas públicas.
Qualquer economista, se intelectualmente honesto e conhecer um pouco da nossa História recente, rejeita liminarmente este embuste chamado Cavaco Silva. Se ele for presidente da República, como pode ele pregar moralidade económico-financeira quando ele foi e é ainda o pai do MONSTRO? Monstro que agora Sócrates se esforça por abater com as reformas profundas que está a fazer.
Para os mais novos aqui fica a radiografia do embuste chamado Cavaco Silva.
COMO TUDO ACONTECEU...
Quando Maria de Lurdes Pintasilgo foi primeira ministra de um governo da iniciativa de Ramalho Eanes, antes de sair do seu posto resolveu aumentar as pensões sociais de certas camadas de pensionistas. Foi um aumento considerável.
Sá Carneiro, na altura a preparar a AD, criticou fortemente esse aumento. A AD ganhou a seguir as eleições e foi para o governo, com Cavaco Silva em ministro das Finanças. Não tardou muito e fez novo aumento dessas pensões, o que fez com que num só ano essas pensões tivessem aumentado cerca de 45%. Começou aqui o descalabro despesista do Estado.
Mas, como o preço do petróleo entretanto tinha subido muito, de 12$/barril, para perto de 40$/barril, e como Sá Carneiro faleceu no acidente de Camarate, e era depois Pinto Balsemão o primeiro ministro, Cavaco Silva, prevendo mau tempo no canal para a economia mundial e portuguesa abandonou o barco da AD e recusou ser ministro do governo de Balsemão. Este ficou amuado e com o tempo se veria que nunca lhe perdoou este abandono do barco em pleno naufrágio.
A AD, esfrangalhada por lutas intestinas e pela crise económica que levou o país à beira da bancarrota, acaba por perder as eleições em 1983 e dá lugar a um governo de salvação nacional presidido por Mário Soares, com Mota Pinto em vice-primeio ministro. Foi o governo do bloco central.
Mário Soares teve de recorrer ao FMI para resolver a situação, com a ajuda do seu ministro das Finanças, Hernani Lopes. Em 1985 as contas públicas estavam recuperadas e o caso deu brado nos meios financeiros internacionais. Portugal passou a ser um exemplo de bom aluno do FMI.
Mas esta recuperação das finanças públicas custou popularidade a Mário Soares e ao PS, que na altura fez outra grande reforma, a do arrendamento, matéria tabú para os governos anteriores. E o PSD, com Cavaco Silva, sobe ao poder.
Iniciava-se na altura a recuperação da economia mundial depois do choque do petróleo de 1980/81, com a descida forte do preço do petróleo. Cavaco Silva, bem infomado sobre os ciclos económicos, viu que teria um período de vacas gordas para fazer figuraço, até porque Portugal se preparava para entrar na CEE e iria receber chorudos fundos comunitários.
Cavaco Silva passou então a governar com três Orçamentos, o geral do Estado, o dos fundos comunitários e o das privatizações da banca, seguros, etc.
Foi um fartar vilanagem, dinheiro a rodos para distribuir pela clientela, incluindo centenas de milhares de funcionários públicos. O despesismo estatal no seu melhor! Fez obras, sim senhor, incluindo o CCB, que era para custar 6 milhões de contos e custou 40 milhões, segundo se disse na época. O rigor cavaquista no seu melhor!
Anos depois vem a guerra do Golfo, com implicações económicas fortes a nível internacional, e Cavaco Silva, prevendo período de vacas magras e já com ele em andamento, resolveu abandonar o barco e parar de governar e entregou o testemunho ao seu ex-ministro Nogueira. Este perdeu as eleições para Guterres e em 1996 iniciava-se a recuperação da economia mundial. Foi um bom período para Guterres, que continuou o despesismo de Cavaco Silva, já que este último tinha deixado o campo minado por sistemas automáticos de aumento da despesa pública, o MONSTRO cavaquista de que viria a falar Miguel Cadilhe, além de milhares de contratados a recibos verdes no aparelho do Estado, que Guterres teve de integrar nos quadros do Estado para não ter de mandar para a rua gente que há anos não fazia outra coisa senão trabalhar para e dentro do aparelho de Estado.
Foi este o percurso do despesista Cavaco Silva, o que como ministro das finanças da AD aumentou num ano, pela segunda vez, milhares de pensionistas, e o que, como primeiro ministro, aumentou a despesa pública de tal ordem que os défices públicos da sua governação, se limpos das receitas extraordinárias, subiram tanto (chegou a 9% do PIB) que o actual défice das contas públicas é apenas mais um no oceano despesista inventado por Cavaco Silva nos longínquos tempos da AD e continuado nos tempos em que foi primeiro ministro, depois da recuperação heroica dos tempos de Mário Soares e Hernani Lopes, nos anos 1983-85.
É neste despesista disfarçado de rigor que devemos votar para PR? Desculpem, se quiserem propor Hernani Lopes para PR, podem contar com o meu voto. Mas como ele não aparece a candidatar-se a PR, vou votar em quem o ajudou a salvar Portugal da bancarrota provocada pela AD de Cavaco Silva. E esse alguém é Mário Soares.
Estes os factos. E eu voto em factos, não em mitos e miragens. Mário Soares tem um brilhante CV em controlo da despesa pública (governos de 1977/78 e 1983-85). Cavaco Silva tem um brilhante CV no descalabro das contas públicas.
Qualquer economista, se intelectualmente honesto e conhecer um pouco da nossa História recente, rejeita liminarmente este embuste chamado Cavaco Silva. Se ele for presidente da República, como pode ele pregar moralidade económico-financeira quando ele foi e é ainda o pai do MONSTRO? Monstro que agora Sócrates se esforça por abater com as reformas profundas que está a fazer.
Para os mais novos aqui fica a radiografia do embuste chamado Cavaco Silva.
A ler com atenção
Para os que gostam da cidade, n' A Baixa do Porto podem lêr-se alguns sinais importantes e preocupantes da mudança que nos espera.
Há quem ainda se admire, eu não.
Há quem ainda se admire, eu não.
26 outubro, 2005
Orgãos de soberania
Esta, da greve de um orgão de soberania, deve ser mais uma raridade mundial.
Por este andar, os nossos juízes ainda se arriscam a ir parar ao Guiness...
Por este andar, os nossos juízes ainda se arriscam a ir parar ao Guiness...
25 outubro, 2005
Descobertas
Eu antes estava completamente surdo.
E via as pessoas, de pé dando todo o tipo de voltas.
Chamavam-lhe baile. Parecia-me absurdo... até que um dia escutei a música.
Então compreendi quão formosa era a dança.
in, O Canto do Pássaro
Anthony Mello
E via as pessoas, de pé dando todo o tipo de voltas.
Chamavam-lhe baile. Parecia-me absurdo... até que um dia escutei a música.
Então compreendi quão formosa era a dança.
in, O Canto do Pássaro
Anthony Mello
Sobre o graffiti
Na Fonte das Virtudes.
Será que se poderá chamar graffiti a tudo, inclusivé ao lixo que está aqui e aqui, ou só poderemos chamar arte a outras coisas, como algumas que estão por aqui
Será que se poderá chamar graffiti a tudo, inclusivé ao lixo que está aqui e aqui, ou só poderemos chamar arte a outras coisas, como algumas que estão por aqui
Resposta inteligente
Esta, da Manuela Ramos, no seu Dias com Árvores, aos que pretendem justificar a nova Avenida dos Aliados com os Campos Elíseos.
Só não vê...
Fui à Praia e dei com este magnífico texto de Ana Sá Lopes, publicado no Público.
Como não sou assinante, nem comprei o jornal, agradeço ao Ivan a possibilidade de o ter podido ler e reproduzir.
Como não sou assinante, nem comprei o jornal, agradeço ao Ivan a possibilidade de o ter podido ler e reproduzir.
24 outubro, 2005
Comparações
A blogosfera anima-se, já têm mais dois parques de entretimento, há quem goste mais de dizer entretenimento, chamam-se respectivamente e por ordem de idade, Super Mário e Super Cavaco a Presidente.
Invariávelmente, e até à data, têm-se deliciado a criticar os adversários, pois parece que a má-língua e os dichotes, são mais fáceis de escrever do que discutir/apresentar ideias.
Pela amostra, continuamos a não querer discutir ideias, criar cenários ou falar do País, preferimos o folclore, o riso simples, a despreocupação... teimamos em cantar alegremente a caminho do abismo, mesmo que todos sintam que vamos na direcção errada.
Invariávelmente, e até à data, têm-se deliciado a criticar os adversários, pois parece que a má-língua e os dichotes, são mais fáceis de escrever do que discutir/apresentar ideias.
Pela amostra, continuamos a não querer discutir ideias, criar cenários ou falar do País, preferimos o folclore, o riso simples, a despreocupação... teimamos em cantar alegremente a caminho do abismo, mesmo que todos sintam que vamos na direcção errada.
Sobre ciência
No SEDE, esta notícia, sobre este novo projecto.
Como são tão raros, acho um dever divulgá-los.
Como são tão raros, acho um dever divulgá-los.
Poluição
As autárquicas já lá vão, mas a poluição continua!
É só dar uma volta por aí e ver os cartazes e painéis publicitários a estragarem a paisagem!
Não haverá lei que nos defenda disto?
É só dar uma volta por aí e ver os cartazes e painéis publicitários a estragarem a paisagem!
Não haverá lei que nos defenda disto?
Nem no fim-de-semana
Tenho fugido aos fins-de-semana, para ambientes menos opressivos, que me permitam espraiar o olhar sem que ele esbarre em edifícios depauperados, obras inacabadas ou simplesmente atentados ao mau gosto.
Levo comigo alguma música seleccionada que componha o ramalhete, e ala a caminho de locais mais despoluídos.
Mas, e há sempre um mas no meio de todas as histórias, inadvertidamente toquei numa tecla do auto-rádio, e irrompe a voz do António Sala(AS), em diálogo com o nosso presidente de Câmara, Rui Rio(RR)!
Irra, pensei eu com os meus botões, nem ao fim-de-semana, fechado numa carripana já com uns anitos em cima me safo, mas... e que está outro mas, o trânsito não me permitia facilidades e lá ía ouvindo a intervalos ( a antena já não é o que era, e o rádio também não) algumas frases que, não me admirando muito, me esclareciam que na rádio o jornalismo está pela hora da morte.
Não que eu entenda que o Sala pode ser chamado de jornalista, mas como entrevistava...
Rui Rio, muito à sua maneira lá ía debitando o seu discurso habitual, intercalado pelo seu riso zombeteiro omnipresente sempre que as perguntas não lhe agradam muito ou como pretexto para sair com tiradas de humor duvidoso.
Entre os silêncios e as audições, captei estas duas jóias de argumentação, que vou procurar transcrever o mais fielmente possível!
AS - Dizem que, consigo, o Porto vem perdendo notoriedade?
RR - Mas que notoriedade é que se perdeu?! O Porto alguma vez mandou no País? O Porto teve alguma vez notoriedade? Eu é que tornei o Porto notado, pois até consegui que se fizessem no Porto dois conselhos de ministros que tomaram diversas decisões benéficas para a região.
....
AS - E sobre cultura? Dizem que não liga muito à cultura. Costuma ir ao teatro?
RR - Por acaso não sou muito dado ao teatro, muito embora até já tenha feito teatro em novo. Mas não sou frequentador assíduo, até porque não posso. Quanto à cultura se estão a falar daquela que é feita por meia-dúzia de pessoas para apenas ser vista por outra meia-dúzia, francamente não apoio, pois acho que quem a quer fazer que a pague. Quanto a outro tipo... veja, eu até trouxe o La Feria ao Porto, pois estamos a tentar recuperar o Sá da Bandeira e essa vinda inscreveu-se no programa de reabilitação do teatro, aí sim... já apoio.
Não garanto a integralidade e a exactidão das palavras ditas, mas a forma e o conteúdo foram estes.
Rui Rio, continua a não entender qual deve ser o seu papel, mas insiste.
Pena, que eu tenha de ter de assistir, e a cidade também.
Levo comigo alguma música seleccionada que componha o ramalhete, e ala a caminho de locais mais despoluídos.
Mas, e há sempre um mas no meio de todas as histórias, inadvertidamente toquei numa tecla do auto-rádio, e irrompe a voz do António Sala(AS), em diálogo com o nosso presidente de Câmara, Rui Rio(RR)!
Irra, pensei eu com os meus botões, nem ao fim-de-semana, fechado numa carripana já com uns anitos em cima me safo, mas... e que está outro mas, o trânsito não me permitia facilidades e lá ía ouvindo a intervalos ( a antena já não é o que era, e o rádio também não) algumas frases que, não me admirando muito, me esclareciam que na rádio o jornalismo está pela hora da morte.
Não que eu entenda que o Sala pode ser chamado de jornalista, mas como entrevistava...
Rui Rio, muito à sua maneira lá ía debitando o seu discurso habitual, intercalado pelo seu riso zombeteiro omnipresente sempre que as perguntas não lhe agradam muito ou como pretexto para sair com tiradas de humor duvidoso.
Entre os silêncios e as audições, captei estas duas jóias de argumentação, que vou procurar transcrever o mais fielmente possível!
AS - Dizem que, consigo, o Porto vem perdendo notoriedade?
RR - Mas que notoriedade é que se perdeu?! O Porto alguma vez mandou no País? O Porto teve alguma vez notoriedade? Eu é que tornei o Porto notado, pois até consegui que se fizessem no Porto dois conselhos de ministros que tomaram diversas decisões benéficas para a região.
....
AS - E sobre cultura? Dizem que não liga muito à cultura. Costuma ir ao teatro?
RR - Por acaso não sou muito dado ao teatro, muito embora até já tenha feito teatro em novo. Mas não sou frequentador assíduo, até porque não posso. Quanto à cultura se estão a falar daquela que é feita por meia-dúzia de pessoas para apenas ser vista por outra meia-dúzia, francamente não apoio, pois acho que quem a quer fazer que a pague. Quanto a outro tipo... veja, eu até trouxe o La Feria ao Porto, pois estamos a tentar recuperar o Sá da Bandeira e essa vinda inscreveu-se no programa de reabilitação do teatro, aí sim... já apoio.
Não garanto a integralidade e a exactidão das palavras ditas, mas a forma e o conteúdo foram estes.
Rui Rio, continua a não entender qual deve ser o seu papel, mas insiste.
Pena, que eu tenha de ter de assistir, e a cidade também.
21 outubro, 2005
Hoje, mandaram-me esta
A gripe das aves já chegou ao Porto... Foi uma águia que a trouxe, há perto de 40 mil infectados e um pinto em estado de coma!!!
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