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15 julho, 2011
O português é mesmo difícil
Porque será que nas localidades onde o touro é toiro e a louça é loiça, não se chama à Pasta Medicinal Couto, Pasta Medicinal Coito!?
03 dezembro, 2008
Acordo ortográfico!!!!
Basta ouvir isto para entender...
Etiquetas:
Acordo ortográfico,
Brasil,
português
26 abril, 2007
Jines
De visita à Carlota, dei com esta palavra (?) recomendada para substituir as velhas jeans, num local tão sério como o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa!
De começo, fiquei um pouco surpreso com o neologismo/barbarismo que invadiu, mais uma vez, a nossa língua, mas dei comigo a vasculhar o glossário lá do sítio, para verificar se mais malabarismos linguísticos apareceriam à superfície.
E lá estão, um pouco por todo o lado, contrariando até opiniões expressas no mesmo site em ocasiões diferentes, vide, por exemplo, a palavra personagem, que no seu glossário é recomendada ser usada no género feminino, negando-se a possibilidade de o fazer no masculino, quando em 11.02.2003 já Susana Correia no artigo Personagem: masculino ou feminino dizia o contrário, ou que na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo, Celso Cunha e Lindley Cintra, na página 197 afirmem : Diz-se, indiferentemente, o personagem ou a personagem com referência ao protagonista homem ou mulher.
Mas neste Glossário, infelizmente, mais coisas esquisitas por lá encontramos, o que quererá dizer que até no melhor pano caem nódoas, como poderá constatar-se ao ver escarrapachadas palavras como futebolês, além/aquém como se fossem apenas usados como prefixos, que não se pode escrever desde Moscovo, ou desde a Bairrada, mas sim de Moscovo ou da Bairrada, que não se pode dizer estratega (!), opina por maqueta em vez de maquete, mas já não o faz em magnate, que admite ser o mesmo que magnata, e por aí fora.
Claro, que quem sai a perder são os que como eu não compram jines, mas apenas calças de ganga ou então apenas umas levis, mesmo que sejam de outra marca qualquer, que continuam a usar uma 1-2-3, mesmo que não seja da Moulinex, fazem marmelada com a ajuda de um passe-vite, ou fazem bricolagem com um Black & Decker mesmo que seja da Bosch.
Depois, ainda querem que nos telejornais e noutros media não brinquem à séria com a língua de Camões, parindo neologismos e barbarismos a torto e a direito, quando não são apenas anedóticas tolices, ou, simplesmente, erros crassos de português elementar.
De começo, fiquei um pouco surpreso com o neologismo/barbarismo que invadiu, mais uma vez, a nossa língua, mas dei comigo a vasculhar o glossário lá do sítio, para verificar se mais malabarismos linguísticos apareceriam à superfície.
E lá estão, um pouco por todo o lado, contrariando até opiniões expressas no mesmo site em ocasiões diferentes, vide, por exemplo, a palavra personagem, que no seu glossário é recomendada ser usada no género feminino, negando-se a possibilidade de o fazer no masculino, quando em 11.02.2003 já Susana Correia no artigo Personagem: masculino ou feminino dizia o contrário, ou que na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo, Celso Cunha e Lindley Cintra, na página 197 afirmem : Diz-se, indiferentemente, o personagem ou a personagem com referência ao protagonista homem ou mulher.
Mas neste Glossário, infelizmente, mais coisas esquisitas por lá encontramos, o que quererá dizer que até no melhor pano caem nódoas, como poderá constatar-se ao ver escarrapachadas palavras como futebolês, além/aquém como se fossem apenas usados como prefixos, que não se pode escrever desde Moscovo, ou desde a Bairrada, mas sim de Moscovo ou da Bairrada, que não se pode dizer estratega (!), opina por maqueta em vez de maquete, mas já não o faz em magnate, que admite ser o mesmo que magnata, e por aí fora.
Claro, que quem sai a perder são os que como eu não compram jines, mas apenas calças de ganga ou então apenas umas levis, mesmo que sejam de outra marca qualquer, que continuam a usar uma 1-2-3, mesmo que não seja da Moulinex, fazem marmelada com a ajuda de um passe-vite, ou fazem bricolagem com um Black & Decker mesmo que seja da Bosch.
Depois, ainda querem que nos telejornais e noutros media não brinquem à séria com a língua de Camões, parindo neologismos e barbarismos a torto e a direito, quando não são apenas anedóticas tolices, ou, simplesmente, erros crassos de português elementar.
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