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21 maio, 2011

Preguiça

O tempo que faz por estas bandas, pede música baixinho, um livro e uma brisa ligeira.
A música - das ondas a beijar a areia, é a melopeia sugerida.
O livro, um clássico - Adeus às Armas.
Assim estarei reunido num amplexo curioso - o velho (eu) e o mar...

26 março, 2011

Regresso

Ao fim de dois anos de ausência nas lides resolvi regressar pois o projecto a que me dediquei nestes últimos dois anos teve o seu fim e ainda bem.

Tenho, de novo, algum tempo livre para me expressar livremente e quando o entender.

A minha cara-metade diz-me que devo estar louco... se calhar fui contagiado pelos ventos que sopram no país...

26 janeiro, 2009

Quedas

Ontem, quando vim até aqui para deixar mais um comentário, a net apagou-se!

Não sei se foi da chuva forte que se fez sentir, se não estava para me aturar...

Se calhar, foi a segunda hipótese...

13 janeiro, 2009

Não, não foi preguiça

Desta vez foi o monitor que resolveu deitar a focagem fora... Eu ainda pensei que fosse preciso ir ao médico dos olhos, mas desta vez, a vista estava boa, o monitor é que não... e logo depois do Natal.

Eu ainda tentei comprar um dos velhinhos CRT's, mas pelos vistos é coisa que caíu em extinção, e agora só mesmo TFT's panorâmicos...

Lá foi mais uma data de euros só para poder escrever e ler o se vai passando por aí.

Agora tenho brilho demais, largura demais, mas ao menos as letrinhas estão bem feitinhas, espero apenas que dure tanto como o outro, o velhinho, que está ali no chão à espera da carrinha da Câmara para ir para o cemitério do lixo electrónico.

Mas apesar da boniteza deste, já vou tendo saudades das cores do outro.

04 janeiro, 2009

Há mais de três anos

escrevi isto sobre o Porto:

Estou a aprender

Já aprendi que:

- foi daqui que nasceu Portugal;
- somos tripeiros por tradição;
- temos pronúncia do Norte;
- dizem que somos bairristas;
- a Torre dos Clérigos é o nosso ex-libris;
- há eléctricos velhinhos com poucas linhas;
- ainda não é desta que a Avenida da Ponte se arranja;
- perdemos mais tempo a lutar uns contra os outros, do que na defesa da cidade;
- não pagamos portagens para atravessar o rio Douro;
- guardamos religiosamente o coração de um rei agradecido;
- chamam-nos Invicta e Sempre Leal por defendermos o que consideramos justo;
- por cá come-se quase sempre bem e em conta;
- há um aeroporto e um porto de mar fora da cidade.

Em contrapartida, não temos:

- políticos que nos valham;
- rios despoluídos;
- Centro Materno-Infantil;
- mecenato proporcional à fortuna possuída;
- uma rede de transportes modernos, rápidos e pontuais;
- actividade cultural suficiente;
- um canal televisivo que sirva a região;
- um jornal regional dinâmico;
- investidores em quantidade e com qualidade;
- população reivindicativa q.b..

Precisamos de ter urgentemente:

- mais e/ou melhores hospitais;
- escolas modernas e bem equipadas;
- uma aposta forte no turismo;
- mais e melhores museus;
- um aquário municipal;
- mais jardins e janelas mais floridas;
- uma baixa dinamizada e renovada;
- um presidente de Câmara sério, trabalhador, cordato e competente.

Ninguém me ajuda a verificar o que hoje está diferente?