Mostrar mensagens com a etiqueta Política bizarra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política bizarra. Mostrar todas as mensagens

20 março, 2013

Será isto a União Europeia?

Segundo o jornal I, a Merkel terá telefonado ao presidente de Chipre avisando-o de que só poderia negociar com a "troika" a resolução dos problemas do seu país!

Não será isto uma intromissão inadmissivel de um estado soberano nos assuntos de outro país?

Não será isto considerado uma ameaça entre países soberanos pertencentes a uma mesma aliança?!

Será que Chipre passou a ser protetorado alemão?

No fundo de tudo isto está a questão energética, pois Chipre não tem mais nada para oferecer para além da exploração do gás natural que a Alemanha cobiça.

Se isto não são tambores de guerra, para já ainda económica, o que é que serão?

E que dizem os restantes países. Fazem como o Chamberlain e andam todos contentes com estes novos Sudetas?

21 dezembro, 2012

Convencido e convicto!

Para além dos disparates normais, o nosso primeiro já nem no português acerta, e, quando tenta usar palavreado mais fino, pimba!

Não lhe bastará as embrulhadas em que se mete quando tenta anunciar qualquer ideia que ouviu de outrém e que quer passar como sua?

A última trapalhada da TAP ainda não lhe chegará para lhe fazer ver que não percebe nada disto e que à sua volta, o bando que se alimenta a peso de ouro o faz fazer uma figura atroz!?

Então não é que o mocinho, que tem à ilharga um pensionista daqueles que não descontou o que recebe se dá ao luxo de vir para a ribalta falar das pensões e dos pensionistas sem saber como funciona o nosso sistema de pensões?

Será que não sabe que muitos dos parasitas deste país com reformas douradas têm assento no seu PSD e alguns até estão representados nos orgãos do poder?

Mas teve ele alguma medida efetiva contra os detentores dessas reformas douradas, ou desatou a chular todos os que ganham mais do que o salário mínimo nacional?

E que dizer do imbróglio com as forças da PSP e GNR a propósito duma propalada reestruturação que nem o MAI sabia que se estava a dersenrolar?

E sobre a Justiça? Será que as reformas da Paula ministra que tardam em aparecer à luz do dia e tantas vezes dadas como  efetuadas levaram ao abandono da tradicional demora habitual?

Já nem me deterei na saúde nem na escola, pois quer uma, quer outra são tratadas a pontapé, e, se de um lado faltam medicamentos, noutro encerram-se escolas e sufoca-se com falta de verbas.

Estará o primeiro-ministro convicto de que o seu governo é o melhor que tem passado por este país? E para além disso, está também convencido?

06 novembro, 2012

Afinal está vivo

Anda a inaugurar hotéis de luxo!

Em tempo de austeridade, não tenham dúvidas de que é um trabalho urgente e imperioso...

30 setembro, 2012

Balões de oxigénio

Mais uma vez, António Borges faz um favor ao governo, tirando da praça pública as questões incómodas substituindo-as por discussões estéreis sobre as suas polémicas afirmações.
Borges, que é uma figura que não se sabe ao certo o que faz e para o que serve, bem pago, com acesso fácil à comunicação social, entretem-se a negociar na sombra o que devia ser claro e a criar diversões quando os interesses se focam demasiado no governo.
Durante o primeiro "affaire" Relvas, Borges, sem nada que o fizesse prever, atira com uma bombita de maucheiro:
Economista António Borges defende que reduzir salários "é uma urgência". 
Claro que a CS se atirou em peso à pseudo-notícia, os partidos largaram o Relvas para comentarem o Borges e o (des)governo aproveirou para delinear a estratégia que acabou por vencer.
A jornalista foi à sua vida, as declarações esquecidas, e o Relvas tomou novo fôlego.
O Borges, continuou na sua senda e os salários não sofreram nenhum beliscão. 
Em Julho, o segundo caso Relvas arrastava-se na CS, agora a propósito das equivalências, e o "amigo" Borges atira cá para fora com a concessão da RTP.
As atenções de imediato se viraram para este assunto, e, de uma cajadada, se matam dois coelhos, pois a administração da RTP desfaz-se, e o incómodo presidente sai de cena.
Agora que a contestação anda na rua, e as manifestações aí estão, Borges ataca de novo, agora insultando os emoresários, aliás na senda iniciada por Passos Coelho no Estoril.
Claro, que a manifestação da CGTP foi para o tinteiro, pois o que está a dar são as respostas ao Borges!
Interessante o "timing" que este Borges escolhe para mandar as suas atoardas. Poderá ser apenas o acaso a ditar tais eventos, mas mesmo eu, que até nem creio em bruxas, estranho as coincidências.

09 março, 2012

Ei-lo de novo!

No meio de uma crise sem precedentes, o senhor presidente da República abre mais um fait divers no mundo palaciano dos noticiários que vai encher o bolso a tudólogos, politólogos, pitonisas e oráculos, especialistas em análise cripto-política, vendedores de banha da cobra, ex-dirigentes do PSD transformados em comentadores a metro, chefes de movimentos de esquerda em estado de coma induzido, esquerdistas puros, esquerdistas não tão puros mas liberais q.b. e restantes direitolas que também largarão a sua bojarda.
O que os movimenta todos é um ódiozinho de estimação que, para mim, é incompreensível mas que para eles fará todo o sentido.
Por outro lado, na luminosa Paris, um ex-primeiro ministro português goza de fininho, ouvindo lá de longe os lamentos dos saudosos e o desespero dos que sentem o seu fantasma pairar sobre as suas cabeças.
Quintiliano, disse-nos que entre o maldizente e o malfeitor a diferença á apenas casual e que quando não se tem talento, diz-se tudo. O homem de talento escolhe e contém-se.
Presumo que o cidadão Cavaco Silva, reputado professor, ilustre economista, ex-alto cargo do Banco de Portugal se sentiu ferido na sua sapiência talvez por não ter conseguido decifrar os números da execução governamental que um mísero engenheiro, com deficiente formação técnica, tenha conseguido forjar para os exibir perante S. Exª Cavaco Silva, presidente da República, dando assim provas de uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia!
Ter-se-á esquecido o escritor de tais palavras da famosa inventona de Belém protagonizada por alguém que lhe era próximo, do discurso em que dizia aos portugueses  Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos. depois de ter afirmado umas linhas antes Ao Governo e ao Senhor Primeiro-Ministro reitero o compromisso de cooperação que há cinco anos assumi perante os Portugueses, e que a seguir pedia um sobressalto cívico?
Será que o cidadão Cavaco Silva se esqueceu que o sr. Presidente da República em Março de 2011 se empenhou ativamente para que aparecesse um orçamento sufragado pelo seu (dele) PPD?
Será que o sr. presidente da República tem sido consultado pelo atual governo quando decide ir mais além da troika pedindo cada vez mais sacrifícios aos portugueses que antes o mesmo presidente afiançava já estarem no limite?
Será que o projeto pessoal do cidadão Cavaco Silva o faz esquecer que ainda é presidente da República em exercício, e que as conversas privadas são privadas, sob pena de termos de recordar as célebres reuniões do então presidente Eanes com o Primeiro-ministro Balsemão?
Ajustes de contas à distância são tiros nos pés a curto prazo que se vão enquistando.
Cavaco tem mostrado a sua inabilidade em atos repentistas, este não o é, daí a interrogação de quem é que anda a fazer o quê e em nome de quem!
Dá para desconfiar, agora que já temos um ministro das finanças das Beiras que governa segundo os conselhos da sua avó.