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06 setembro, 2012

De novo ou apenas mais uma vez!

Já não é novidade para ninguém esta notícia, pois em 18.04.20101, este mesmo jornal referia um documento do GPSS - Grupo de Projecto de Novos Submarinos - vindo a público através do JN, conforme se pode ler nesta noticia.
É deveras estranho que um documento datado de 2004, e que tais acusações faz, não tenha sido alvo de nenhuma inspeção especial ou que esteja adormecido no meio da papelada!
Poderá a PGR explicar convenientemente o porquê deste assunto, ou será que a PGR só atua quando muito bem entende, e contra quem entende?
Como é que um ministério, na posse de uma carta deste tipo, enviada pelo diretor da missão, cruza os braços e não dá públicas explicações do assunto?
O que emperrará tel esclarecimento?
Não vale a pena o ministro andar a solicitar à PGR a inocentação formal, de vez em quando e ao sabor das marés.
Mais fácil era esclarecer porque é que um equipamento destes, não sofre alterações de preço quando são baixadas as especificações do mesmo!
Será que qualquer um de nós, quando vai adquirir um determinado bem não o negoceia em função do que obtém?

23 junho, 2011

Medidas interessantes

Passos Coelho viajou para Bruxelas com comitiva pequena e em classe económica. Foi uma medida interessante e que se espera ver potenciada em futuras deslocações de membros do governo e de empresas públicas, pois ou há moralidade ou não pagam todos.
Já o querer fazer o check-in normal, não o será, pois para além das normais regras de segurança a respeitar, teria o primeiro-ministro e comitiva de ter de se apresentar no aeroporto com a antecedência necessária, como o fazem os restantes passageiros, e não sei se terá alguma utilidade para o País, o primeiro-ministro mais a sua comitiva, desperdiçar o seu tempo nas salas de espera ou corredores dos aeroportos, ou serem vistos a fazer reuniões de importância no meio dum bando de turistas foliões.
Fico também a aguardar a dispensa dos carros de luxo e alta cilindrada, que gastam um balúrdio em combustíval na cidade, e a instalação de máquinas de café e distribuição de chocolates e bolos nos corredores dos ministérios, para cada um pagar o que come, segundo o famoso princípio do utilizador/pagador.
Já agora, e como estamos em maré de poupanças e moralização, porque não publicar quanto é que os pilares do estado ganham em ajudas de custo e despesas de representação e as respetivas justificações?