Mais uma vez, como jornalista, engasgou-se e deu uma imagem do que vale.
Na entrevista a Marinho Pinto, quando este afirmou que as buscas a escritórios de advogados que não tendo sido constituído arguidos, já atingiam o número das dezenas, ele retrucou que nem achava que eram muitas (!) ao que Marinho lhe responde rápido que uma ou duas já seriam demasiadas.
Fez-me lembrar o poema de Martin Niemoller:
Na entrevista a Marinho Pinto, quando este afirmou que as buscas a escritórios de advogados que não tendo sido constituído arguidos, já atingiam o número das dezenas, ele retrucou que nem achava que eram muitas (!) ao que Marinho lhe responde rápido que uma ou duas já seriam demasiadas.
Fez-me lembrar o poema de Martin Niemoller:
Primeiro vieram prender os judeus
E eu não levantei minha voz
Porque não era judeu.
Depois vieram prender os comunistas
E eu não levantei minha voz
Porque não era comunista.
Depois vieram prender os homossexuais
E eu não levantei minha voz
Porque não era homossexual.
Depois vieram prender os sindicalistas
E eu não levantei minha voz
Porque não era sindicalista.
Depois vieram prender-me
E já não havia mais ninguém
Que levantasse a voz por mim.
E eu não levantei minha voz
Porque não era judeu.
Depois vieram prender os comunistas
E eu não levantei minha voz
Porque não era comunista.
Depois vieram prender os homossexuais
E eu não levantei minha voz
Porque não era homossexual.
Depois vieram prender os sindicalistas
E eu não levantei minha voz
Porque não era sindicalista.
Depois vieram prender-me
E já não havia mais ninguém
Que levantasse a voz por mim.