Os economistas tinham sobretudo a obrigação de não
nos andarem a calcular inflacções e a taxa de juro e essas coisas, mas
dizerem de que maneira é que nós podemos fazer avançar a gratuitidade da
vida.
Eu acho que, para toda a gente, o que é necessário
haver num país é os três S: S número um, sustento; S número dois, saber;
S número três, saúde. Só a seguir ao sustento é que vem o saber. E
perguntar às pessoas «o que é que querem aprender?» e eu digo isto para
grandes e para pequenos.
É incrível que ainda haja quem finja que são os programas e as ideias que decidem os votos. As pessoas votam em pessoas e em partidos e, se e quando coincidem os dois impulsos, maior e mais fácil é a festa.