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01 fevereiro, 2012

Nem as árvores escapam

O Carlos Romão mandou duas fotografias para A Baixa do Porto como se pode ver aqui.
O que terão feito de mal as árvores para que tal lhes fosse feito?
Será que isto é legal?

25 maio, 2011

Controlo de animais errantes

A CMP, no seu site dá a conhecer um novo programa sobre o controlo dos animais errantes que andam pela cidade!
Desconhecerá esta autarquia (o que nem seria de estranhar), que a AR aprovou, por unanimidade, uma política sobre o controlo dos animais errantes, que passa sobretudo pela esterilização dos mesmos e métodos de não abate, apelando à sensibilização das populações para o não abandono dos animais em locais públicos, simplificando a adopção dos mesmos em centros a isso destinados/habilitados, e pela criação de programas RED (recolha, esterilização, devolução) originando colónias estabilizadas e instituindo o conceito de animal comunitário?
Desconhece!
Talvez por isso, o pelouro do ambiente se lembrou de uma medida mais barata: - fazê-los desaparecer matando-os à fome!
Além de errada nas suas premissas, a falta de alimentação torna-os mais agressivos e passíveis de se transformarem em colónias sobredimensionadas e violentas, o que poderá dar a entender que o pelouro do ambiente não se preocupou em estudar o assunto ou em falar com especialistas (alías como é timbre do presidente da casa), sendo recomendado à população o recurso ao ostracismo, que já provou ter falhado quando da sua campanha contra os arrumadores e toxicodependentes (não dê a moedinha).
Esta autarquia que não se preocupa com os tapumes na baixa, com a degradação e abandono do edificado no coração da cidade, com a fuga das populações para os concelhos vizinhos, que não tem uma política de transportes urbanos/suburbanos verdadeiramente eficaz, que tem tentado destruir a todo o custo os mercados tradicionais da cidade, que pensa na Avª da Boavista como pista particular para uma corridinhas de x em x anos, que não tem política cultural, de captação de populações, de segurança, de ordenamento territorial, de promoção da cidade, lembra-se agora da promoção do controlo dos errantes pela fome!
Pode ser que adopte este plano para todos os errantes que por aí andam, pois talvez assim se consiga correr de vez com a estrutura camarária que mais mal fez à cidade desde que me conheço e já lá vai mais de meio século.

21 janeiro, 2009

Assim não vamos lá

No site da CMP, lê-se que o JN retoma oposição à Câmara do Porto, e aduzem-se as notícias que este jornal tem vindo a publicar sobre a cidade.

De todas aquelas que referiu, Bairro S. João de Deus, Circuito da Boavista, Parque da Cidade e Plano Prévio de Intervenção em Emergência no Centro Histórico, não vejo onde o jornal tivesse errado ou até manipulado a informação, parecendo, mais uma vez, que a presidência da Câmara se serve do site da dita para os seus joguinhos de política comezinha e pequenina que diz não praticar por opção intelectual.

Afinal que fez o JN de tão grave?

Publicar em primeira página uma fotografia com a demolição do último bloco do S. João de Deus com a legenda:

O ÚLTIMO BLOCO DO S. JOÃO DE DEUS
Rui Rio ainda sem projecto para os terrenos onde antes existiu
o "pior bairro de Portugal". Tráfico de droga mudou-se para o Aleixo e o Cerco


e nas página interior titular a notícia com Futuro do S. João de Deus ainda por definir como se pode ver aqui e aqui.

É a notícia falsa ou manipuladora?!

Sobre o Circuito da Boavista, o jornal, como se pode ver aqui e aqui diz que Rui Rio ainda não apresentou orçamento sobre os custos do circuito.

É a notícia falsa ou manipuladora? Ou antes será ele,dando a entender que o que diz que a oposição chama às corridas é o que o JN quer dizer ao falar em corridas de carros?!

E quanto à construcção no Parque da Cidade? Será que não foi Rui Rio que iniciou a história afirmando-se um defensor inveterado das zonas verdes, para depois lhe enfiar uma pista para aviões de competição, um parque desportivo para o Sport Club do Porto, e teimosamente insistir nos processos judiciais para agora sair de mansinho com uma solução que o passar do tempo tornou mais cara? Ou será que os 21,6 milhões de Euros de Abril de 2008, serão mais do que os 6,6 milhões de Euros já gastos em acções judiciais, o Edíficio Transparente, o matadouro, a que se juntam 240 mil € em dinheiro vivo, mais 34,53 milhões de Euros em terrenos?

Será que o que Rui Rio fez aqui não é o mesmo que desfez agora? E quem é que está a pagar os custos?

E sobre a segurança? Estará Rui Rio tão distraído que nem sequer conhece qual o número de pessoas assaltadas na zona onde reside, no centro da cidade alta? Só numa das ruas perpendiculares à sua tentativas são diárias, consumadas, talvez três por semana, para já não falar dos arrumadores por quem ele passa diariamente.

Será que não há medo na cidade do Porto? Será que os crimes da noite são inventados pelo JN? Será que os assaltados são aldrabões? Será que o observatório de segurança criado pelo autarca está contra o seu criador.

Finalmente, e porque o texto já vai longo, chegamos ao risco de incêndio na zona histórica da cidade.

o JN limita-se a dizer que há risco de incêndio na zona histórica da cidade.

Rui Rio, diz que isso é uma falsidade e uma manipulação, entretanto morreram quatro pessoas num incêndio na zona histórica há pouco mais de uma semana, e ontem, o vereador da protecção civil disse expressamente que dos 129 arruamentos do centro histórico, 40 apresentam risco elevado!

Afinal em que ficamos, quem mente? Quem manipula?

18 janeiro, 2009

Novo chumbo

O Tribunal de Contas (TC) reiterou o chumbo à transferência de dívidas da Câmara Municipal do Porto para o banco alemão Eurypho, por considerar que infringe a Lei das Finanças Locais, disse ontem fonte do TC.
A decisão do TC foi comunicada à Câmara por fax no passado dia 6 e o ofício com o acórdão foi enviado anteontem por correio para a autarquia, acrescentou a mesma fonte, depois de a confirmação da decisão do TC ter sido noticiada ontem pelo Rádio Clube Português.

...

Nesse acórdão, o TC invocava o número 4 do Artigo 34 da Lei das Finanças Locais, alegando que este estabelece que os municípios só podem contrair empréstimos de médio e longo prazo para fazer obra e para proceder ao seu saneamento financeiro

Pode ler-se hoje n' O Primeiro de Janeiro.

Rui Rio desvaloriza a sentença e só lamenta que a decisão tenha levado quase um ano a decidir!

Foram, de facto, nove meses que o TC demorou a decidir a reclamação da CMP, mas não saberia o presidente que estas pendências demoram o seu tempo, e que o TC não tem só a CMP a reclamar?

Não há nem sequer um esboço dum mea culpa ou outra qualquer atitude de aceitação de que esteve mal neste processo!

Não será para admirar, mas também é mais uma que não devemos esquecer...

16 janeiro, 2009

Começa mal

Ontem, tive a surpresa de receber em casa, através do correio, uma separata da revista da CMP Porto sempre, sobre o Metro do Porto, que por mais que me esforçasse não consegui dissociar da propaganda política sob a capa de informação.

Para quem se reclama de sério e honesto, não me parece ser este o tipo de política que deveria cultivar, até porque a evidente parcialidade informativa se encontra lá plasmada.

Sobre o Metro do Porto, quem tiver as mãos limpas que atire a primeira pedra, creio que esta é mais uma pedra atirada por Rui Rio, mas seria bom que antes tivesse olhado bem para as mãos, pois certamente encontraria lá coisas que não gostaria de ter.

17 dezembro, 2008

Se calhar era só em Lisboa

Pois cá por cima também vamos ter o lixo aos montes nos dias de Natal e Fim de Ano, conforme se pode ler hoje, no JN.

15 dezembro, 2008

S. Bento

Alertado por um apontador n' A Baixa do Porto fui ler a notícia no Publico de hoje.

E concluí que afinal parece que o projecto para S. Bento ainda não passou da fase de estudos, conforme diz um tal Carrasquinho de Freitas, do CA da Invesfer, quando questionado sobre o assunto, no entanto no site não conseguimos encontrar nada relativo a S.Bento!

Estranho, que os ditos estudos, que, pelos vistos, não são mais do que simples ideias (mas que grande confusão!), ainda não têm o consenso da CMP e do IGESPAR!

Muito mais estranho, é que já tenham sido objecto de notícia por parte de dois orgãos de comunicação social de grande importância na cidade, pois como se sabe, as ideias não costumam andar por aí nas bocas do mundo se não existir algo mais que as torne exequíveis, e que o Igespar também já se tenha pronunciado quanto à volumetria que apresentaria uma carga excessiva!

Não sendo arquitecto, nem operador na área, começo a sentir que a mão invísivel do mercado anda por aí, silenciosamente, apenas com ideias, mas que já conta com a oposição de algumas entidades de respeito.

Parece-me que, mais uma vez, o gato está escondido mas com o rabo de fora.

Vamos acompanhando a novela e ver no que dá.