KATHY'S SONG
Paul Simon - 1965
I hear the drizzle of the rain
Like a memory it falls
Soft and warm continuing
Tapping on my roof and walls
And from the shelter of my mind
Through the window of my eyes
I gaze beyond the rain-drenched streets
To England where my heart lies
My mind's distracted and diffused
My thoughts are many miles away
They lie with you when you're asleep
And kiss you when you start your day
And a song I was writing is left undone
I don't know why I spend my time
Writing songs I can't believe
With words that tear and strain to rhyme
And so you see I have come to doubt
All that I once held as true
I stand alone without beliefs
The only truth I know is you
And as I watch the drops of rain
Weave their weary paths and die
I know that I am like the rain
There but for the grace of you go I
17 agosto, 2006
27 julho, 2006
De facto, a educação vai mal...
Mão amiga fez-me chegar este delicioso texto que pretenderia ser a resposta à questão àcerca da utilidade dos fungos!!!
Os fungos são realmente bastante nocivos aos interesses humanos.
Fungando, uma pessoa pode estar inalando milhões e milhões de vírus e bactérias do ambiente que se respira. Mas há também a utilidade. Uma boa fungada pode efectivamente retirar aquele catarro preso na garganta, sendo que quanto maior o som emitido pela fungada maior é a sua Eficiência e precisão na retirada daquela substância indesejada.
Há quem diga que fungar é porcaria mas pesquisas científicas revelam que, além de serem métodos eficientes, as fungadas fazem parte do dia-a-dia de pessoas em todo o mundo.
E como diz a famosa frase: aquele que nunca deu uma fungada que atire a primeira pedra.
Fungando, uma pessoa pode estar inalando milhões e milhões de vírus e bactérias do ambiente que se respira. Mas há também a utilidade. Uma boa fungada pode efectivamente retirar aquele catarro preso na garganta, sendo que quanto maior o som emitido pela fungada maior é a sua Eficiência e precisão na retirada daquela substância indesejada.
Há quem diga que fungar é porcaria mas pesquisas científicas revelam que, além de serem métodos eficientes, as fungadas fazem parte do dia-a-dia de pessoas em todo o mundo.
E como diz a famosa frase: aquele que nunca deu uma fungada que atire a primeira pedra.
23 julho, 2006
Apontadores
Nestes oportunos apontadores do TAF n'A Baixa do Porto, chamo a atenção para os comentários sobre a composição do júri para apreciação das propostas para o mercado do Bolhão.
Dr. José Pedro Aguiar Branco - Presidente da Assembleia Municipal e distinto advogado;
Engº Rui Quelhas - Administrador da SRU e ex-Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara em exercício;
D. Laura Rodrigues - Presidente da Associação de Comerciantes do Porto e que em todo este processo nunca apareceu a defender os seus associados, optando por uma posição de convite ao diálogo, mas nunca revelando a sua posição;
Dr. Lino Ferreira - Actual resposável pelo pelouro do Urbanismo e Mobilidade, técnico superior do ministério da educação e licenciado em Filosofia;
Prof. Dr. Helder Pacheco - Conhecido cronista e historiador da cidade, dá a impressão que apenas empresta o seu nome para dar prestígio ao júri.
Como se pode ver, o processo começa bem!
Dr. José Pedro Aguiar Branco - Presidente da Assembleia Municipal e distinto advogado;
Engº Rui Quelhas - Administrador da SRU e ex-Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara em exercício;
D. Laura Rodrigues - Presidente da Associação de Comerciantes do Porto e que em todo este processo nunca apareceu a defender os seus associados, optando por uma posição de convite ao diálogo, mas nunca revelando a sua posição;
Dr. Lino Ferreira - Actual resposável pelo pelouro do Urbanismo e Mobilidade, técnico superior do ministério da educação e licenciado em Filosofia;
Prof. Dr. Helder Pacheco - Conhecido cronista e historiador da cidade, dá a impressão que apenas empresta o seu nome para dar prestígio ao júri.
Como se pode ver, o processo começa bem!
Voltam ao palco
Israel, desta vez a propósito de uns militares raptados por uma organização terrorista (se conseguir levar a sua água ao moínho, passará a chamar-se guerrilha de libertação), invade outro país.
Há logo quem condene de imediato, e, simultâneamente, quem aplauda!
Normal, normalíssimo, uma vez que as opiniões são como as cerejas..., mas o que mais estranho, é que se relegue para segundo plano que nem uns nem outros se coibem de bombardear populações civis inocentes, alegando ambos que actuam em defesa dos sacrossantos princípios da liberdade e da paz!!!!
Vamos lá a ser mais democráticos e a afirmar, claramente, que nem um lado nem outro têm direito de se portar da ignóbil maneira com que habitualmente se comportam.
Há logo quem condene de imediato, e, simultâneamente, quem aplauda!
Normal, normalíssimo, uma vez que as opiniões são como as cerejas..., mas o que mais estranho, é que se relegue para segundo plano que nem uns nem outros se coibem de bombardear populações civis inocentes, alegando ambos que actuam em defesa dos sacrossantos princípios da liberdade e da paz!!!!
Vamos lá a ser mais democráticos e a afirmar, claramente, que nem um lado nem outro têm direito de se portar da ignóbil maneira com que habitualmente se comportam.
18 julho, 2006
Sobre os cegos
Via e-mail, recebi hoje mais uma daquelas listas parecidas com petições, desta vez a favor dos cegos.
Lá reencaminhei a lista, muito embora saiba que aquilo não vai dar em nada para além de sensibilizar alguns dos que a recebam para o problema dos invisuais e dos demais portadores de deficiências.
Estranho, que num País conhecido pela sua delicadeza para com os estrangeiros, tanto se esqueçam os naturais, particularmente os portadores de deficiências, nomeadamente as visuais, auditivas e motoras.
Não será já tempo de nos questionarmos sobre esta estranha apatia, nomeadamente a dos poderes públicos, sobre a razão de serem esquecidos esses cidadãos, uma vez que, como a maioria dos restantes, também faz parte da nação e pagam os seus impostos.
Vamos lá a colocar etiquetas "braille" nos impressos oficiais, abrir janelas para a linguagem gestual nos programas televisivos, proibir definitivamente com obstáculos que se projectam para fora dos edifícios a meia-altura bem como o estacionamento sobre os passeios e rampas de acesso, dotar as bibliotecas e museus de equipamento específico para colmatar a impossibilidade de utilização, e por aí fora.
Todos nós agradecíamos.
Lá reencaminhei a lista, muito embora saiba que aquilo não vai dar em nada para além de sensibilizar alguns dos que a recebam para o problema dos invisuais e dos demais portadores de deficiências.
Estranho, que num País conhecido pela sua delicadeza para com os estrangeiros, tanto se esqueçam os naturais, particularmente os portadores de deficiências, nomeadamente as visuais, auditivas e motoras.
Não será já tempo de nos questionarmos sobre esta estranha apatia, nomeadamente a dos poderes públicos, sobre a razão de serem esquecidos esses cidadãos, uma vez que, como a maioria dos restantes, também faz parte da nação e pagam os seus impostos.
Vamos lá a colocar etiquetas "braille" nos impressos oficiais, abrir janelas para a linguagem gestual nos programas televisivos, proibir definitivamente com obstáculos que se projectam para fora dos edifícios a meia-altura bem como o estacionamento sobre os passeios e rampas de acesso, dotar as bibliotecas e museus de equipamento específico para colmatar a impossibilidade de utilização, e por aí fora.
Todos nós agradecíamos.
13 julho, 2006
Sobre os desmandos na Avenida dos Aliados
Como está calor...
fui à Praia e, a propósito de cultura, dei com este link para o Gato Fedorento.
Por coisas idênticas, já deixei muitos livros traduzidos para a nossa língua nas primeiras páginas e busquei os originais (quando o conhecimento mo permite) para não ser enganado.
Mas ninguém consegue pôr termo a este tipo de vandalismo?!
Por coisas idênticas, já deixei muitos livros traduzidos para a nossa língua nas primeiras páginas e busquei os originais (quando o conhecimento mo permite) para não ser enganado.
Mas ninguém consegue pôr termo a este tipo de vandalismo?!
12 julho, 2006
Acabou
Para meu bem e para desconsolo de muitos, finalmente acabou a grande ilusão daquilo que se intitulou Campeonato do Mundo de Futebol.
Durante cerca de um mês, muitos dos que não tem acesso às condições mínimas de vida, viveram na ilusão de serem importantes, apenas por estarem representados num evento onde os ricos têm assento. Vibraram com as alegrias que as respectivas selecções lhes proporcionaram e aguentaram com os subsequentes desgostos. Nós, portugueses, como muitos outros, embalados num doce torpor, também lá estivemos levados pelo encanto de podermos ombrear com os grandes, sentindo que assim vencíamos os muitos anos de desprezo e falta de respeito com que habitualmente somos brindados nos países em que aparecemos como emigrantes de baixa qualidade, e até alguns dos nossos intelectuais se deixaram enlear no canto da sereia.
Um treinador que apresentava como meta os oitavos de final, fez esquecer o País de que, mais uma vez, preferia esperar para ver do que apresentar-se como um lutador pelo título. As exibições exaltadas por jornalistas e repórteres imbuídos de um nacionalismo entusiasmado, nunca passaram da mediania, do mesmo modo que os outros concorrentes faziam o mesmo, num ambiente onde o futebol espectáculo esteve arredado a maior parte do tempo.
De repente, e graças sabe-se lá porquê, vemo-nos chegados às meias-finais, e o País embandeirava em arco, como se o facto não fosse proporcionado por uma confrangedora falta de qualidade no futebol praticado, mas fruto de uma valorosa e competente actuação em campo.
Infelizmente ninguém ganhou!
Nem Portugal, que com um belíssimo quarto lugar deveria ter festejado a sorte que teve, nem sequer a Itália, que viu a decisão do campeonato ser decidida através de grandes penalidades face à falta de brilhantismo na execução, pode clamar bem alto a qualidade do seu futebol, pois nada disso se viu.
A FIFA, por seu lado, mostrou o seu pior lado ao ensarilhar-se em decisões cujas justificações estarão bem longe do que na realidade se passou nos diferentes relvados.
A arbitragem, essa, se fosse feita por árbitros nacionais, faria história duma incompetência confrangedora e ainda hoje estaria a ser discutida nos habituais jornais de referência.
Daqui a uns anos há mais. Só espero que, para bem do futebol, se analise com a inteligência necessária, porque é que não ganhamos a equipas que nada fizeram para isso, e aí talvez, sem sargentões, nossas senhoras de Caravaggio, Madaís ineficazes e com uma nova fornada de jogadores jovens possamos deliciar-nos com um bom espectáculo.
Eu sei que é pedir muito, mas já é tempo de o fazer.
Durante cerca de um mês, muitos dos que não tem acesso às condições mínimas de vida, viveram na ilusão de serem importantes, apenas por estarem representados num evento onde os ricos têm assento. Vibraram com as alegrias que as respectivas selecções lhes proporcionaram e aguentaram com os subsequentes desgostos. Nós, portugueses, como muitos outros, embalados num doce torpor, também lá estivemos levados pelo encanto de podermos ombrear com os grandes, sentindo que assim vencíamos os muitos anos de desprezo e falta de respeito com que habitualmente somos brindados nos países em que aparecemos como emigrantes de baixa qualidade, e até alguns dos nossos intelectuais se deixaram enlear no canto da sereia.
Um treinador que apresentava como meta os oitavos de final, fez esquecer o País de que, mais uma vez, preferia esperar para ver do que apresentar-se como um lutador pelo título. As exibições exaltadas por jornalistas e repórteres imbuídos de um nacionalismo entusiasmado, nunca passaram da mediania, do mesmo modo que os outros concorrentes faziam o mesmo, num ambiente onde o futebol espectáculo esteve arredado a maior parte do tempo.
De repente, e graças sabe-se lá porquê, vemo-nos chegados às meias-finais, e o País embandeirava em arco, como se o facto não fosse proporcionado por uma confrangedora falta de qualidade no futebol praticado, mas fruto de uma valorosa e competente actuação em campo.
Infelizmente ninguém ganhou!
Nem Portugal, que com um belíssimo quarto lugar deveria ter festejado a sorte que teve, nem sequer a Itália, que viu a decisão do campeonato ser decidida através de grandes penalidades face à falta de brilhantismo na execução, pode clamar bem alto a qualidade do seu futebol, pois nada disso se viu.
A FIFA, por seu lado, mostrou o seu pior lado ao ensarilhar-se em decisões cujas justificações estarão bem longe do que na realidade se passou nos diferentes relvados.
A arbitragem, essa, se fosse feita por árbitros nacionais, faria história duma incompetência confrangedora e ainda hoje estaria a ser discutida nos habituais jornais de referência.
Daqui a uns anos há mais. Só espero que, para bem do futebol, se analise com a inteligência necessária, porque é que não ganhamos a equipas que nada fizeram para isso, e aí talvez, sem sargentões, nossas senhoras de Caravaggio, Madaís ineficazes e com uma nova fornada de jogadores jovens possamos deliciar-nos com um bom espectáculo.
Eu sei que é pedir muito, mas já é tempo de o fazer.
27 junho, 2006
Preguicite
Uma estranha preguicite tem-me afastado daqui. Não sei bem a que se deve, mas creio que assistir à indiferença com que todos nós (eu incluído) nos abstemos de defender eficaz e tenazmente o que é nosso, me leva um pouco a este desusado desânimo.
A futebolite que nos ataca fazendo-nos embandeirar em arco como se o espectáculo fosse decisivo para o nosso futuro, a falta de um boicote eficaz a produtos vindos de empresas que nos asfixiam economicamente ou que fabricam produtos com falta de qualidade, o encolher de ombros perante os disparates e agressões ambientais com que deparamos no nosso dia-a-dia, a resignação com que aceitamos todo o lixo informativo que nos é fornecido pelos meios de comunicação que na sua generalidade prima pela falta de rigor, falta de isenção ou desleixo na investigação, quando não são apenas notícias montadas a partir de vagos rumores, a permanente guerrilha de intrigazinha de baixa política em vez de discussão fundamentada das opções que nos são propostas pelo governo, o curioso (mau) hábito de defendermos o nosso partido preferido da mesma maneira que defendemos alguém que nos é querido e que nunca nos engana...
Por tudo isto, e porque também às vezes me canso, esta pouca vontade de conversar.
A futebolite que nos ataca fazendo-nos embandeirar em arco como se o espectáculo fosse decisivo para o nosso futuro, a falta de um boicote eficaz a produtos vindos de empresas que nos asfixiam economicamente ou que fabricam produtos com falta de qualidade, o encolher de ombros perante os disparates e agressões ambientais com que deparamos no nosso dia-a-dia, a resignação com que aceitamos todo o lixo informativo que nos é fornecido pelos meios de comunicação que na sua generalidade prima pela falta de rigor, falta de isenção ou desleixo na investigação, quando não são apenas notícias montadas a partir de vagos rumores, a permanente guerrilha de intrigazinha de baixa política em vez de discussão fundamentada das opções que nos são propostas pelo governo, o curioso (mau) hábito de defendermos o nosso partido preferido da mesma maneira que defendemos alguém que nos é querido e que nunca nos engana...
Por tudo isto, e porque também às vezes me canso, esta pouca vontade de conversar.
23 junho, 2006
Ainda há dúvidas?!
Se ainda sobram dúvidas sobre a bondade da intervenção nos Aliados, talvez a visualização destas fotos n' A Cidade Surpreendente as esclareça.
Perguntaram ao Dalai Lama
O que mais o surpreende na Humanidade
Resposta:
Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde!
Por pensarem ansiosamente no futuro, e, esquecerem o presente de tal maneira que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.
Resposta:
Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde!
Por pensarem ansiosamente no futuro, e, esquecerem o presente de tal maneira que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.
13 junho, 2006
Em 1888
no dia treze de Junho nascia Fernando Pessoa.
Se calhar, por tanto falarem dele, os jornais esqueceram-se do facto.
Análise
Tão abstracta é a ideia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica melhor em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longamente,
E a ideia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.
Se calhar, por tanto falarem dele, os jornais esqueceram-se do facto.
Análise
Tão abstracta é a ideia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica melhor em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longamente,
E a ideia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.
Um ano depois
Rotina
Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade
Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade
Sobre Timor
O DN de hoje publica esta interessante notícia, onde se diz que o enviado da ONU assumiu uma posição fortemente crítica das teses do governo australiano.
Para os que tão acerbamente criticaram a atitude das forças da GNR, do seu comando, e da condução do seu comportamento, esta apreciação do enviado do sr. Kofi Annan deve saber um pouco a fel.
Afinal, parece que a diplomacia portuguesa lá está a conseguir levar a água ao seu moínho, e que afinal tinha razão em toda esta embrulhada.
A ver vamos.
Para os que tão acerbamente criticaram a atitude das forças da GNR, do seu comando, e da condução do seu comportamento, esta apreciação do enviado do sr. Kofi Annan deve saber um pouco a fel.
Afinal, parece que a diplomacia portuguesa lá está a conseguir levar a água ao seu moínho, e que afinal tinha razão em toda esta embrulhada.
A ver vamos.
Portugal lidera mortes em acidentes ferroviários
É este o título da notícia que vem estampada no PJ!
Já não bastava sermos um dos países com uma desastrosa rede ferroviária com prejuízos em anos consecutivos avultadíssimos, para além de um ineficiente serviço prestado às populações e ao País, acabamos ainda por averbar um triste recorde no que repeita à segurança!
Se há serviços em que os diversos governos pós-25 mais gastaram e com piores resultados, julgo que o da CP deve liderar o respectivo ranking.
Se o ministro da tutela, em vez de se preocupar com TGV's se preocupasse em tornar eficiente este meio de comunicação, certamente melhoraria em muito a sua imagem bem como a da governação.
Já não bastava sermos um dos países com uma desastrosa rede ferroviária com prejuízos em anos consecutivos avultadíssimos, para além de um ineficiente serviço prestado às populações e ao País, acabamos ainda por averbar um triste recorde no que repeita à segurança!
Se há serviços em que os diversos governos pós-25 mais gastaram e com piores resultados, julgo que o da CP deve liderar o respectivo ranking.
Se o ministro da tutela, em vez de se preocupar com TGV's se preocupasse em tornar eficiente este meio de comunicação, certamente melhoraria em muito a sua imagem bem como a da governação.
Sobre a actualidade
O Pedro Olavo Simões, na sua Fonte das Virtudes, faz uma esclarecida e interessante análise sobre a sociedade contemporânea.
12 junho, 2006
Para os que gostam de fotografias
Os lamentos
Os nossos milionários do futebol que fazem parte da equipa nacional, pelos vistos andam muito sensíveis, pois ora é o atraso do autocarro, ora são os comentários dos jornalistas, ora são as reclamações sobre os que não vão à comunhão na sua missa.
Depois de um jogo que nada teve de espectacular, o capitão da equipa queixou-se argumentando que se tinham apenas ganho por um golo, também outras equipas tinham feito o mesmo e não tinha havido choradinho.
Para além de não interessar aos portugueses o mal que se passa nas outras equipas, não se compreende muito bem esta lamentação, até porque o Zé Pagode os têm apaparicado q.b.
Claro que o rapaz deve andar distraído com as contas, pois nos restantes seis (6) jogos foram marcados dezassete (17) golos, e apenas em dois encontros existiu um único golo (Sérvia e Montenegro/Holanda e Inglaterra/Paraguai) para além do inusitado empate entre a Suécia e Tobago.
Parece que os jogadores da equipa vice-campeã europeia, andam com a ambição em baixo, ou então julgam que estão a dar um bom espectáculo.
Aconselhava-os a terem mais cuidado com as queixinhas, pois neste País rapidamente se passa de bestial a besta, e eles ainda não são excepção.
Felicidades para a próxima e vejam lá se mexem melhor essas pernas, pois a certa altura pareciam adormecidos e a jogar contra a corrente.
Depois de um jogo que nada teve de espectacular, o capitão da equipa queixou-se argumentando que se tinham apenas ganho por um golo, também outras equipas tinham feito o mesmo e não tinha havido choradinho.
Para além de não interessar aos portugueses o mal que se passa nas outras equipas, não se compreende muito bem esta lamentação, até porque o Zé Pagode os têm apaparicado q.b.
Claro que o rapaz deve andar distraído com as contas, pois nos restantes seis (6) jogos foram marcados dezassete (17) golos, e apenas em dois encontros existiu um único golo (Sérvia e Montenegro/Holanda e Inglaterra/Paraguai) para além do inusitado empate entre a Suécia e Tobago.
Parece que os jogadores da equipa vice-campeã europeia, andam com a ambição em baixo, ou então julgam que estão a dar um bom espectáculo.
Aconselhava-os a terem mais cuidado com as queixinhas, pois neste País rapidamente se passa de bestial a besta, e eles ainda não são excepção.
Felicidades para a próxima e vejam lá se mexem melhor essas pernas, pois a certa altura pareciam adormecidos e a jogar contra a corrente.
11 junho, 2006
Ordem do Infante D. Henrique
Fins
A Ordem Nacional do Infante D. Henrique visa distinguir os que houverem prestado:
extraído da página das Ordens Honoríficas Portuguesas
Alguém me consegue explicar onde se encaixa o Rui Rio e porquê, ou será que as ordens nacionais cada vez mais se parecem com sameiras de presente...
- Serviços relevantes a Portugal, no País e no estrangeiro;
- Serviços de expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, sua história e seus valores.
extraído da página das Ordens Honoríficas Portuguesas
Alguém me consegue explicar onde se encaixa o Rui Rio e porquê, ou será que as ordens nacionais cada vez mais se parecem com sameiras de presente...
Subscrever:
Mensagens (Atom)