Depois de um forçado silêncio volto às lides por causa de um patego oriundo do continente mais atrasado do mundo que, em frente a uma plateia de apáticos laparotos, se permitiu dar conselhos aos portugueses que tem ajudado a empobrecer com umas teorias da treta.
Esse triste funcionário do FMI, talvez deslumbrado com os muitos salamaleques com que muitos portugueses o obsequiam, achou-se no direito de dar palpites sobre o que os portugueses devem ou não sentir àcerca do esbulho que lhes tem sido ministrado por instruções de outros pategos iguais a ele.
As rádios e televisões mais a pasquinada habitual desataram a ampliar as tratantadas e disparates que nos foi servindo, como se de dogmas se tratassem e vai daí nem um pio sobre o descaramento e atrevimento do personagem.
Tudo corre bem e o País está a curar-se..., mas ainda há mais remédio amargo a ser tomado, talvez, diz o Abebe, se calhar porque vive muito acima das possibilidades das populações qie diz ajudar e que lhe pagam principescamente pelos disparates que comete.
Ninguém o confronta com o delirante orçamento, o derrapante défice, o terrível desemprego, a abjeta miséria que se instala, o desmantelamento do País, etc.!
Pelos vistos nada disto é importante para os que o convidaram e para os que lhe poderiam ter feito perguntas sérias, ponderadas e incisivas.
Se calhar todos nós merecemos isto, pois poucos vejo a indignarem-se com tal pesporrência da parte de quem devia andar envergonhado e a apresentar desculpas por nos ter lançado no abismo com os remédios que nos obrigou a tomar.