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15 dezembro, 2012

Não consigo entender!

Mas que raio de justiça é esta que, em nome da reinserção dum criminoso, pune com pena suspensa um canalha que queima deliberadamente uma criança de dois anos, parte-lhe um braço e não dá sinais de arrependimento?!

Será que os juízes portugueses entendem que este tipo de ofensa não é passível de encarceramento de alguém já condenado recentemente por outro tipo de crime?!

Será que a criança maltratada terá de sofrer mais para que apareça castigo, ou mais alguém terá de sofrer com as agressões deste indivíduo?

Depois venham os senhores juízes queixarem-se de que não são entendidos pela população e a sua associação de classe andar para aí a reclamar de que eles poderão agir mal porque ganham pouco!

Parafraseando a dupla Agostinho & Agostinha: 
- Este país é um colosso... Está tudo grosso! Está tudo grosso!

14 dezembro, 2012

Segredo de justiça

As quebras do segredo de justiça e as fugas de informação saídas dos orgãos de investigação são, infelizmente, o pão nosso de cada dia neste deserto em que transformaram o jardim da Europa de Tomás Ribeiro.

A ministra da justiça que tanto se afadiga em declarações despropositadas a pretexto de tanta coisa, quando chega a este patamar fica-se pelas banalidades habituais, promete averiguações de que não se conhecem os resultados, e, fica tudo na mesma!

O orgão legislativo por excelência, pródigo em meter o bedelho a propósito de tudo e mais alguma coisa, emudece, assobia para o lado, critica as fugas e os seus perpetradores como se tratassem de virgens a quem o mistério da carne ainda não foi desvendado.

Por outro lado, contentores de comentadores a metro, fazem o papel de carpideiras, chorando falsas lágrimas sobre o assunto, sabendo que este lhes vai enchendo os bornais de apetitosos euros e tempos de exposição mediática.

O cidadão comum, que assiste impotente a este estado de coisas, mas que demasiadas vezes também embandeira em arco quando vê serem atingidos alguns que ele entende como poderosos, comtinua a julgar que está livre de tanto abandalhamento até ao dia em que se encontra a braços com a "justiça de praça pública". Aí geme e grita pelos seus direitos mas já vai tarde.

Poucos são ainda os que pedem uma investigação célere, resultados públicos, penas severas e dolorosas para os que cometem tais crimes.

Também não se vê, aparentemente, que se esteja a diligenciar no desenho de um manual operativo que aumente a segurança dos processos, limite os intervenientes operativos, puna violenta e capazmente quem cause ou dê azo a fugas, por pequenas que sejam.

Indemnizar os enxovalhados e dar conhecimento público do ocorrido deveria ser obrigatório e o estado ser responsabilizado por tal.

Enquanto isto não acontecer, continuaremos neste pântano que Guterres tão bem previu e onde nos encontrámos atolados.

02 novembro, 2012

Os juízes são representados por isto?

O país está em aflições. Pede-se sacrifício a toda a gente (mais a uns do que a outros, claro), mas na generalidade toda a gente paga e, embore reclame, paga, mas a Associação Sindical dos Juízes Portugueses, entende que os seus representados perderão independência se virem os seus rendimentos serem diminuídos!

Será que os nossos juízes entendem este tipo de argumentação em seu nome?!

Será que os nossos juízes entendem que é justo que os sacrifícios se estendam a todos menos a eles?

Se sim, será que confiartemos em juízes que olham primeiro para os seus interesses e só depois para os do País?

Andará a justiça assim tão mal?

30 outubro, 2012

Animal farm

Na Quinta, todos os animais são iguais, mas há uns mais iguais do que outros.

Talvez por isso a preocupação do (des)governo seja o de deixar alguns reformados gozar de todos os seus privilégios enquanto, de "justiça" a tiracolo, vai sugando os restantes até ao tutano.

Razões para a diferença? Eu não a encontro mas que desconfio qual seja, desconfio.

28 setembro, 2012

Desculpem lá...

... mas é gente desta que anda a defender a lei, a exercer a ação penal e a defender a legalidade democrática!

Quem te avisa teu amigo é!

Rui Rio, que não é propriamente um amigo ou apaniguado dos visados, vai deixando avisos.
Lamentável para o governo, é que tenha de ser um autarca do PSD a verberar as atitudes que alguns pêessedêzinhos se apressaram a expressar, e que outros tentem enfiar a cabeça na areia.

26 setembro, 2012

Justiça, ou talvez não?

A senhora ministra da Justiça ainda penso que Justiça deve ser escrito com letra maiúscula - aproveitou uma viagem a um estabelecimento prisional para deitar cá para fora mais uma enormidade, que poderia ter sido dita sabe-se lá bem por quantos, mas que na boca de uma ministra que se afirma da Justiça, se tornam numa afirmação terrível.
A frase aí está, assassina q.b., e com intenções sabe-se lá bem de quê?
A senhora ministra, pelos vistos entende que ninguém está acima da lei e que terminou o tempo de impunidade.
Ora, se acabou o tempo de impunidade, presumo que esse tempo terá existido e é do conhecimento da senhora ministra, o que me leva a concluir que, das duas uma, ou a senhora ministra conhece crimes que ficaram impunes e não os denunciou às autoridades respetivas, nem sequer deles prestou testemunho, cometendo assim um crime, ou a senhora ministra apenas pensa terem existido crimes, e está apenas a fazer propaganda político-partidária, atirando a Justiça de cangalhas e a presunção de inocente e bom nome dos indiciados para o caixote do lixo.
Estamos perante um caso em que a mulher de César não parece ser séria, podendo daí tirar todas as conclusões possíveis, onde a Justiça, naturalmente não sai nunca a ganhar.

21 setembro, 2012

Perguntar não ofende

Como anda toda a gente entretida com a TSU, lembrei-me de perguntar como é que andam as contas do BPN.
Alguém sabe?

06 agosto, 2012

Ainda sobre o Rui Rio és um FDP!

Todos que me conhecem sabem que não morro de amores pelo presidente da CMP, posto isto, vamos ao que interessa.
Numa falcatrua de mau gosto, alguém que publica uma revista, estampa uma foto na capa da dita onde, com ajuda de grafismos subsequentes, foi junta uma 'pseudo pichagem' que diz exatamente "RIO ES UM FDP", como se pode ver na foto abaixo, amplamente divulgada na comunicação social.


Todos nós, portuenses, e os portugueses em geral, sabem desde tenra idade que o acrónimo 'fdp' quer dizer apenas e só uma coisa, logo, estar a tentar elaborar justificações para o mesmo, embora admissível, é, no mínimo, caricato.
Poder-se-á dizer que 'fdp' poderá significar 'filho do porto', 'fora do Porto', fanático dos pópós', 'fidalgo demasiado parolo', 'filho da parvónia', 'focinho de porco', 'foleiro dos panfletos', etc. e tal, mas ninguém duvidará que o que se pretendeu foi ofender alguém, que por acaso é o presidente da CMP, e quer queiramos ou não, merece que o tratemos com um mínimo de dignidade evitando enxovalhar a sua imagem com artifícios falsos.
A pichagem, pelos vistos, nunca esteve lá, e a sua inclusão numa fotografia de capa é intencional adivinhando-se-lhe os propósitos.
O que amis me espanta é que a sra. dra. juíza que examina o assunto, não se preocupe com a artificialidade da coisa, mas que, pelos vistos, procure encontrar uma explicação que nada terá a ver com o uso habitual que é dado a tal sigla.
No Porto, e creio que no País, dizer que alguém é um 'fdp' até poderá ser elogio, mas que a tal conjunto de consoantes se tente ligar um outro qualquer significado, será tão ridiculo como dizer que quando mandamos alguém para o c... estaremos apenas a recomendar-lhe uma ida para climas mais quentes e que o c... quer dizer calor!

24 fevereiro, 2012

A justiça e os justiceiros

Ultimamente aparecem nos jornais conclusões de tribunais que contradizem aquilo com que os jornais vão noticiando (ou deverei antes dizer intoxicando) as gentes deste país.
Logo um coro clama que os juízes não sabem o que fazem, que o que se assiste é um arremedo de justiça, que a justiça está podre e outras patetices do género.
Que a justiça não anda bem, é um facto indesmentível a começar pela salgalhada que esta ministra já começou a fazer.
Que alguns dos seus agentes fazem com que o espetáculo que vão dando com as suas posições, escritos e entrevistas em nada ajuda a justiça nacional é outro, mas a partir daí armarem-se em justicialistas de pacotilha sem sequer terem conhecimento da Lei ou dos factos transmitidos no processo para se arvorarem em juízes NÃO!
De vez em quando é tempo de dizer já chega de julgamentos na praça pública.
Deixerm a César o que é de César e vão procurar notícias onde existam ou então investiguem, mas a sério e não ao faz de conta habitual que se apoia mais nos parece que, ou são simples vendettas armadas por gente mesquinha que graças a uma carteira que diariamente desrespeita clama por liberdade quando o que quer é libertinagem ou por justiça quando o que quer é circo.

24 janeiro, 2012

Eficiência?!

Não sei quem é que está à frente dos supermercados Lidl, mas certamente não será gente de vistas largas e horizontes desanuviados.
Esta notícia, Acusado de furto de 77 cêntimos de feijão verde que aqui se lê, é denunciadora de um falta de sentido de gestão digna de dó.
A propósito de vários furtos ridículos, uma cadeia de supermercados de origem alemã, bem como uma conhecida multinacional sueca, preferem perder tempo e dinheiro com processos de valor ridiculo solicitando indemnizações dispartatadas e fazendo subir a tribunal processos que simples medidas administrativas impediriam.
Se a justiça fosse cega e salomónica certamente saberia o que fazer, infelizmente as leis que tão exemplarmente servem para acusar e castigar não têm, a maior parte das vezes, atenção ao disparate que pode vir desembestado sabe-se bem lá de onde.
Não conheço as circuntâncias em que foram cometidos os crimes, mas não tenho dúvida alguma em que quem decidiu levá-los até às últimas consequências já terá cometido alguns de que se safou por não ser apanhado, pois a perfeição não existe, e assim pudesse o tribunal e estas empresas deveriam ser castigadas coerentemente pelos gastos obrigados a fazer pelo estado pela sua teimosia e ineficiência em tomar decisões atempadas.

11 julho, 2011

Justiça à portuguesa III

O tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Supremo Tribunal de Justiça por violação da liberdade de expressão de cidadãos portugueses, diz-nos Marinho Pinto na sua crónica no JN.
O curioso é que quem vai pagar a fatura somos todos nós e não os que cometeram o erro!
Esta justiça cada vez está mais engraçada. Faz asneiras, erra a seu bel-prazer e no fim nós é que pagamos!
Será justo?

21 junho, 2011

Maria de Lurdes Rodrigues e outros

Segundo o semanário Sol, a ex-ministra da educação, foi acusada pelo MP pela prática do crime prevaricação de titular de cargo político, em co-autoria, juntamente com a sua ex-chefe de gabinete, Maria José Matos Morgado, o ex-secretário-geral do Ministério, João da Silva Batista, e João Pedroso, advogado, professor universitário e antigo vogal do Conselho Superior da Magistratura.
Espero que venham a ser condenados, pois ao MP cabe fazer acusações quando não tenham dúvidas sobre a veracidade da acusação, e não entreter-se em processos que visam apenas a decapitação ou enxovalhamento de quem faz deste País a sua casa e local de trabalho.
Se não forem, o MP terá de explicar as razões deste seu comportamento, ou não será assim?

16 junho, 2011

Magistratura

Este último episódio ocorrido numa escola de formação de magistrados é paradigmático sobre o estado da justiça em Portugal!
Num País em que qualquer um pode ser acusado de tudo e mais alguma coisa e onde a justiça demora demasiado tempo a validar os factos ocorridos e a castigar em conformidade, já é difícil manter o nome limpo quando enfrenta ocultos poderes, torna-se escandaloso assistir à falta de honestidade que uns tantos potenciais magistrados terão demonstrado ao copiarem num teste sobre Investigação Criminal e Gestão do Inquérito, e que em vez de verem anulados os seus testes com um redondo zero acabassem por ser premiados com uma nota positiva!
Que mensagem foi enviada a todos os alunos que por esse país fora estudam para os seus testes, provas de aferição e exames?
Que dilema foi criado a milhares de professores que venham a detetar copianços nas suas turmas e escolas?
Que exemplo é dado ao País?
Como se isto tudo ainda não fosse bastante, tivemos ainda de ouvir um senhor da ASPJ (Associação Sindical dos Juízes Portugueses) a dizer que, embora lamentável não se podia fazer do caso o fim do mundo e que ninguém teria dito aos senhores candidatos a magistrados para não trocarem impressões entre si durante os testes!!!!!!!!!!!!
Mas será que, durante os testes, os alunos podem conversar livremente entre si nas restantes disciplinas dos diversos cursos ministrados neste País, sendo isso norma?
Será que esta associação sindical sabe o que está a fazer à justiça?
Tenho francamente sérias dúvidas.
Se a Justiça que temos já é criticada a esmo por muitos erros cometidos, alguns dos quais por culpa de terceiros, com este tipo de atitudes que é que esperam que aconteça no futuro?

E.T.: Mas o que é mais engraçado ainda é ver os comentários sobre este assunto na portadaloja, onde a mesma pessoa que desvaloriza o sucedido e se atira aos jornais, passa a vida a pedir condenações na praça pública de coisas de que não tem total nem cabal conhecimento. Será corporativismo?

09 junho, 2011

Ofensas!

Lido no porta da loja!

Sem comentários....

14 maio, 2011

Justiça à portuguesa.II

Via A Baixa do Porto, algumas considerações sobre um douto acordão, emitido pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.
Não querendo confundir as árvores com a floresta, parece serem necessários jardineiros e/ou madeireiros para podar algumas e derrubar outras, visto que, alguns dos ramos, nuns casos, e até árvores inteiras, noutros, estarão a entravar a harmonia do todo.

Justiça à portuguesa.

Que cada um decida o que lhe aprouver, sobre a decisão deste acordão.
Cá por mim, caso a queixosa fosse minha neta, filha, esposa ou irmã, eu saberia o que fazer, mesmo que não tenha nascido em Fafe.
Só lamento que tenha ocorrido no Porto, no Tribunal da Relação.