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30 outubro, 2012

Cai o pano

Finalmente, o chefe (!) deste (des)governo começou a tirar a fantasia que envergou já há muito tempo e que o faz aparecer como um social-democrata.
Finalmente, começa a emergir o rosto da mais violenta perseguição aos estratos mais débeis da nossa sociedade.
Finalmente, podem os louvaminheiros e apoiantes identificar-se com este bafiento lote de adeptos do mais abjecto projeto de tomada do poder.
Os meninos da esquerda caviar, os embotados stalinistas da velha guarda, os ingénuos democratas liberais podem agora envergonhar-se do apoio que não lhes negaram mesmo com as evidências que lhes eram diariamente apontadas.
Com o proverbial descaramento que só a velhacaria é capaz de permitir, fazem agora apelos à uniao e apoio a quem atiraram os cães e maltrataram de forma vergonhosa, não lhes pedindo opinião fosse para o que fosse e achincalhando qualquer proposta que lhes fosse presente.
Neste momento, nós, o povo que tem de pagar as diabruras deste lote de ineptos que alguém muito laboriosamente alcandorou ao pote, teremos uma palavra a dizer ou vamos ficar, mais uma vez, de braços cruzados à espera de um qualquer D. Sebastião providencial?
Agora que o pano caiu sobre a pobre tragicomédia que tem levado à cena, é tempo que toque a música e que o elenco seja posto no olho da rua, por má qualidade da representação.

28 setembro, 2012

Fora da realidade!

Se alguém tinha dúvidas de que o atual primeiro-ministro não estava em consonância com a realidade, este, ontem, num discurso a empresários que se reuniram no Pavilhão de Congressos do Estoril, definitivamente dissipou-as!
Para além de continuar a considerar "bem sucedido" o processo que se tem desenvolvido, parece entender que os sacrifícios que tem pedido são apenas o início de um processo longo e que "exige um esforço maior do que o desempenhado até agora"!
Considerar bem sucedido um processo em que roubou, numa primeira fase, 3,6 % dos rendimentos dos trabalhadores por conta de outrém e pensionistas, aumentou os impostos indiretos, e ainda teve de recorrer a 6.000 milhões de euros de receita extraordinária (fundos de pensões da banca) para manter o défice em 5,9% fazendo assim baixar em 2,1% o défice real que ficaria próximo dos 8%.
Que no ano seguinte, para além de novos aumentos do IVA, se tenha atirado a tudo que era receita aumentando-a para valores incomportáveis, procedesse a novo saque, agora de mais de 14% dos rendimentos, aos trabalhadores do estado, reformados e pensionistas, ande a estudar novas maneiras de conseguir receitas extraordinárias, tenha alienado património do povo português, tenha lançado no desespero dezenas de milhar de portugueses e ainda lhes tenha cortado no subsídio de desemprego.
Que, depois de todo este esforço, o défice prometido de 4,5% não será atingido, ficando-se segundo o ministro Gaspar pelos 6%, número que não podemos confirmar pois é um mistério bem guardado, dando cabo de todas as otimistas previsões dos três da vida airada, do (des)governo nacional e da corja de bajuladores de servico onde se encontram reputados economistas(!).
Para lá de tudo isto, a dívida pública ( a tal que era incomportável e que o pedido de resgate faria desaparecer) se tenha agravado, e que as previsões do seu agravamento continuarão para o ano, e ainda ter a lata, sim porque é preciso uma grande lata, para dizer que este programa é um sucesso e que estamos no bom caminho!
A realidade atual é muito diversa do país que fomos em 2011.
Estamos mais pobres, pagamos mais impostos, temos menos escolas, menos hospitais, mais desemprego, um comércio interno a morrer, indústrias a desaparecer, centros de decisão a fugir, investimento a cair, a própria democracia a fenecer, e aparece gente a dizer que tudo isto é necessário pois das cinzas renascerá um país novo!
Mas um país para quem?
Para uma oligarquia que continua a engordar sem nada fazer, a sentar os rabiosques em carros de luxo, a mandar fazer os fatos de encomenda e engravatada de seda?
Ora bolas, para o bom caminho e para o sucesso!

24 setembro, 2012

E o Zé, come?

Na rua, a classe média protestou em força contra a transferência de parte dos seus proventos para o bolso dos seus empregadores.
Saíram a terreiro, alguns clérigos, os jornais, os comentadores, os líderes partidários, dirigentes e ministros da mesma cor do (des)governo e até o patronato, todos irmanados na crítica à medida.
O primeiro-ministro, disse que iria recuar.
Agora, pelos vistos, quer sacar aos mesmos, a quem junta os reformados e pensionistas mais dinheiro através da alteração do IRS!
Será que ninguém lhes pergunta em quanto importam essas transferências, e o que é que resultam em benefício do emprego, da redução do défice, do crescimento económico, no aumento da equidade fiscal, em suma, em benefício do país e não apenas para esconder o descalabro das políticas que têm estado a seguir.

23 setembro, 2012

A Golpada

Já outros o alvitraram, mas que me começa a parecer estranha esta posição do (des)governo em deixar cair a TSU por outra contrapartida qualquer, parece!
Não nos esqueçamos de que esta manobra iria, quando muito, render 500 milhões aos cofres do estado, para além de reduzir o poder de compra da grossa maioria da população com incidência lógoca no consumo interno.
Agora, simpaticamente, o (des)governo já pretende que os parceiros sociais se entalem numa ou noutras quaisquer medidas que anulem certamente esses 500 milhões que entrariam na receita. Será?
Vejamos:
- o corte dos subsídios à função pública e pensionistas rendeu, em 2011, cerca de 2.016 milhões de euros;
- a taxa de 50% no subsídio de Natal em 2010 rendeu 1.025 milhões;
- em 2013 cortando-se um subsídio a todos renderá cerca de 2.050 milhões o que, em termos de equidade, será mais justo para os assalariados por conta de outrém, mantendo-se apenas a injustiça para os pensionistas, pois o dinheiro que lhe estão a tirar já os mesmos descontaram há muito tempo.
Mas creio que o (des)governo pretenderá mais, pois a sua sede é imensa e os erros que cometeu colocaram-nos numa situação calamitosa pelo que estes dois milhões não dão para nada.
Daí a golpada.
Com uma encenação digna do La Feria, vão-nos ao bolso e ainda vai haver quem fique satisfeito.
Ora digam-me lá se isto, a não ser verdade, poderá mesmo acontecer?!

18 setembro, 2012

Saco de gatos

Este (des)governo liderado (!) por Passos Coelho, tornou-se rapidamente num saco de gatos que, em vez de assumir uma postura solidária entre si, prefere deitar achas para a comunicação social que vão alimentando a fogueira das dissenções que o atravessam.
 Um governo de coligação, é sempre um governo de equílibrios e compromissos, mas os seus líderes devem, em primeiro lugar, defendê-lo dos holofotes da opinião pública, tratando no seu seio as questões que os separam e publicitando as que os unem.
Nesta nossa experiência, desde o início, verificou-se que do seu interior saíam muitas vez para o exterior situações que revelavam um conflito latente.
O mau hábito de usar a pasquinada de serviço para forçar situações, foi um mau hábito que a direção governativa foi deixando alastrar.
Desde o triste episódio do sms sobre Bernardo Bairrão, este primeiro-ministro e o seu núcleo duro, mostraram não estar preparados para assumirem as suas escolhas.
Já antes, a luta pelas secretarias de estado, tinha saltado para as páginas dos jornais dando origem a que os iniciais vinte e cinco, referidos em campanha por Passos Coelho, vissem alargado para trinta e cinco (mais uma subsecretária de estado) o seu número definitivo, pois cada partido queria um no ministério do outro.
O CDS conseguiu enfiar um na educação, um nas finanças (que teve um aparte assaz interessante na última conferência de imprensa do Gaspar), um na administração interna, quatro na agricultura, um nos negócios estrangeiros acompanhado de mais uma subsecretária.
Mas não ficaram por aqui as desgraças.
Desde a célebre campanha na Madeira, a privatização da RTP, a reforma da lei autárquica proposta pelo Relvas, os diversos "affaires" Relvas, a política de impostos, os cortes de pensões que os frequentes choques iam abrindo brechas na coligação. Por outro lado, dentro do próprio governo, a comunicação e entendimento entre ministros não seria a mais afável, basta recordarmos a troca de piropos entre o ministro Álvaro e o Gaspar, que mereceram um ostensivo silêncio de quem devia impor respeito, passando por secretários de estado que não confirmam o que dizem ministros, ministros que falam demais e depois são desmentidos ou aparecem a clarificar o que queriam dize mas não disseram, até ao cúmulo de assessores virem dar cá para fora notícias que atrapalham o governo que lhes paga.
Esta última picardia, só é possível, porque toda a gente faz de conta que o Paulo Portas não sabia de nada - que é que andaria a fazer o Mota Soares pois a TSU diz-lhe diretamente respeito - depois de infantilmente o primeiro-ministro, em entrevista à RTP, ter falado em assuntos que não deveria falar, dando provas de uma criancice absurda, para não lhe chamar outra coisa.
Assim, e dada a falta de alternativa que se vislumbre, estamos condenados a ter de engolir este saco de gatos, a não ser que valor mais alto se levante.
Há por aí gente que faria melhor o lugar, não tenho dúvida alguma, mas desconfio que ninguém os quererá, talvez porque já estão a ver que não seriam "os do costume" de novo a ganhar com tudo isto.

15 setembro, 2012

Gostaria de compreender

Este governo gosta de encher a boca com a sua política a favor dos mais desfavorecidos, mas o paleio é facilmente desmontável.
Em 2011, criou um imposto extraordinário de 3,5% sobre todos os rendimentos, a saber: - do trabalho fossem eles dependente ou independente, prediais, pensões e mais-valias.
De fora ficaram os juros e dividendos (taxa liberatória).
Em 2012, os reformados e pensionistas que tiveram entre 485€ e 1.000 € receberam um corte nos subsídios de natal e décimo quarto mês, e quem ganhasse mais não recebeu nada.
Dir-se-á que para este governo 485€/mês é ser rico!
Tem ainda a grande lata de dizer que a medida apenas apanha cerca de 20% do universo, esquecendo que está simultâneamente a dizer que cerca de 80% recebem pensões de miséria e misturando no mesmo saco pensões por invalides e pensões de velhice o que é uma mistificação a juntar ao esquecimento das pensões da CGA e de outros sistemas.
Este ano avança com a roubalheira de mais 10% às pensões acima de 1.500 €, mas fica-se pelos funcionários públicos.
Em contrapartida tira 7% a todos os que trabalham por conta de outrém desde que ganhem mais do que o SMN (485 €)!
Olhando para tudo isto, será que este governo ainda terá lata para se arvorar em defensor dos mais carenciados?
Será que os carenciados são todos aqueles que ganham mais de 485 € nuns casos e noutros mais de 1.000 ?!
Quanto é que ganha um reles "advisor" que propões medidas destas? Sabendo que há assessores do primeiro-ministro a ganhar por mês mais de 3.600 € de salário base, que há especialistas nas finanças a ganhar mais de 4.300 €, que na defesa há especialistas com mais de 4.200 €, uma adjunta na justiça vale mais de 5.300 €, na saúde os especialistas já vão em 4.500 € e até na cultura uma adjunta vale mais de 4.700 €!

1.700.000.000,00

É esta a quantidade de notas de euro necessárias para puxar o défice para os 5% que a troika concedeu recentemente a Portugal.
Ou seja, apesar de todas as medidas tomadas, o erro é clamoroso, e o desfecho evidente.
Não pode a troika dizer que não teve nada a ver com isso, pois tem caucionado com a sua presença e pareceres o"bom" trabalho da (des)governação.
Para quem trompeteava que não mais recorreria a manobras extraordinárias para compor o défice, é apenas a negação do prometido.
Onde está então o sucesso que, segundo dizem, todos aplaudem?

14 setembro, 2012

Governados por "advisers"

Para os que ainda julgavam que éramos governados por um "mix" - como Catroga gostava de dizer - de políticas vindos da "troika" e do governo, acabaram de ser esclarecidos ontem à noite pelo Pedro primeiro-ministro.
Afinal, quem nos governa, nem é o Pedro, nem o Gaspar, nem nenhum dos ministros que por aí vão botando figura. Não! Quem nos governa afinal são os "advisers", essas figuras que ninguém conhece, com a exceção do Borges da Sachs, que não foram eleitas, nem constaram das listas de nenhum partido, e que o Pedro segue religiosamente, pois é na base dos seus "advices" que o primeiro-ministro decide!
Talvez por dormir pouco, este primeiro-ministro parece que anda a dormir em pé, pois, segundo diz, poderá intervir no mercado na área dos transportes, baixando os preços!
Como? Teremos ouvido bem?
Então os transportes públicos do estado são deficitários, acabaram de ser aumentados e viram diminuída a sua frequência, são um dos pilares que agravam o défice, e o homem diz agora que vai baixar o preço dos mesmos, agravando aquilo que não quer agravar?
E que tal a recomendação aos grandes beneficiários da TSU para baixarem os preços das mercadorias que vendem?
Se baixarem o preço das mercadorias, não vão criar emprego, ou não será assim? Ora, se a baixa da TSU serve, segundo os iluminados governamentais, para criar emprego e aumentar a competitividade, das duas uma, ou tem apenas um efeito, ou outro - cá para mim, não tem nenhum, mas adiante - como é que os "advisers" conseguem o "mix" das duas, deve ser segredo de estado.
Interessante este novo conceito.
Baixa-se a TSU.e, como consequência imediata, do lado dos consumidores do mercado interno baixa o consumo, o que leva a uma diminuição da procura.
A diminuição da procura leva a que diminuam as vendas, tendo como consequência imediata a diminuição do lucro que não é compensada dado o diferencial da TSU (5,75% contra 7%).
A diminuição das vendas leva a uma menor procura junto da produção, o que, nem aumenta o emprego, nem os resultados.
Ao diminuir os lucros e as vendas, perde o Estado na arrecadação de impostos. 
Ao aumentar a TSU diminuem as receitas do estado em sede de IRS por parte dos trabalhadores por conta de outrém.
Ah! Já ne esquecia, há uma hipótese de nas empresas exportadoras se poder baixar os preços numa margem inferior a 1%, o que, num mercado em recessão, não irá certamente compensar a diminuição de encomendas, mas que, quando muito, poderá estabilizar os empregos e manter as receitas.
Como somos um país de baixa exportação, das duas uma, ou o governo estará a pensar que vamos passar a exportar água salgada, porque é o que temos em abundância, ou deve ter descoberto o moto contínuo e prepara-se para vender a patente no mercado.

06 setembro, 2012

Pasme-se!

O ministro da Administração Interna, no fim de Agosto, e em articulação com o ministério das Finanças, saiba-se lá porquê, decidiu dar instruções para "...conceder dispensa de serviço a todos aqueles que sendo funcionários públicos sejam também bombeiros voluntários e sejam requisitados pelas respectivas corporações de bombeiros"!!!
Mas então o Dec-Lei 241/2007 não está em vigor?
Será o ministro desconhecedor do que é dito no nº 1 do artº 26º?
Se não for esse o caso, qual a razão para a declaração acima evidenciada!?
Lapso, desconhecimento, mera incompetência ou será que o estado não cumpre o que está já legislado?
Não será de estranhar o incumprimento, pois ainda há dias tivemos a infelicidade de visionar um pequeno filme onde um cavaleiro tauromáquico - não sei se será digno usar tal nome para identificar um reles cidadão que tão mal fez à tauromaquia com a sua ação - investia a sua montada, contra um conjunto de cidadãos que se manifestava contra as touradas, com a omissão da polícia de segurança, que deveria estar lá para impedir tais desacatos e não o fez, nem sequer deteve o sujeito, mesmo tendo observado o acontecido! 
Onde andava o ministro que, até agora, não deu por nada, nem se manifestou?
Aliás, este ministro, que se mostra mais preocupado com os "graffiti" do que com os assaltos, a violência doméstica ou a droga que entra pela costa dentro, que viu já, durante o seu mandato, as forças policiais abrutalharem-se contra cidadãos indefesos, sem ligar muito ao assunto, que se preocupou mais com o subsidiozinho, de que desistiu depois de muito se falar no mesmo, tem feito pouco ou quase nada do que se esperava dele.
Mas continuemos atentos, pois os tempos estão insalubres e ainda pode vir por aí coisa pior.

03 setembro, 2012

Do disparate à desculpabilização

O governo continua alarvemente a utilizar uma cassete estafada copiando assim o partido de paredes de vidro, e dando a entender que tudo está bem!
No encerramento da pomposamente chamada universidade de verão, que apenas é um tipo de escolinha do tio Marcelo, PPC volta a meter água quando afirma que tudo corre sobre esferas, deitando para baixo do tapete o valor do défice, que não cumpre, o aumento da dívida, que afirmou ir pagar e fazer desaparecer, o aumento da desigualdade social, que se pretendia reduzir, o ensino profissional, que passa de opção a castigo, o aumento do desemprego, que iria diminuir, a destruição da economia e do aparelho produtivo, que ia promover, a ineficácia da justiça, que ia tornal célere, o fim do compadrio, que prometeu acabar, afirmando que ir além da troika foi a melhor coisa que o programa de governo consagrou!
Do outro lado, o inquilino de Belém, tenta desculpar o governo que ajudou a chegar ao poder atirando as culpas do desatino que corre célere por este país para cima da troika, como se o governo não tivesse responsabilidade nas negociações que entretanto já fez, pois como todos muito bem sabemos, a troika pode pedir ou sugerir, mas não pode decidir, e o presidente esquece-se deliberadamente disso, ao ponto de ser recordado do facto pelo representante da CE na troika.

15 junho, 2011

Mas afinal é urgente ou não?

Toda a gente afirma que é urgente que o novo governo tome posse o mais rapidamente possível, pois o país está mergulhado numa crise gravíssima e a que é que assistimos?!
Ao enredo de uma telenovela mexicana que se arrasta pelos dias como se os novos governantes não queiram chegar ao poder.
Ele são dias sem audiências, é um dia para os líderes do PSD e CDS irem a Belém dizer ao PR que já está tudo pronto, é outro dia para os mesmos líderes assinarem formalmente o acordo entre eles, é mais uma visita ao PR para lhe mostrar o acordo, é mais uns rodriguinhos para dizer quem são os ministros, depois vão ser mais uns dias a passar pastas e a nomear secretários de estado.
Não terá este País e quem o governa jízo para se deixarem de salamaleques e perder tempo e meter mãos à obra?

17 maio, 2011

10

Número mágico que aparece de vez em quando.
Tivemos a Tetratkys que era o desdobramento da unidade e construía a pirâmide perfeita. Moisés recebeu do Seu Senhor os Dez Mandamentos.
Há dez princípios fundamentais - Finito - Infinito,- Impar-Par, Unidade-Multiplicidade, Direita-Esquerda, Macho-Femea, Repouso-Movimento, Recta-Curva, Luz-Trevas, Bem-Mal, Quadrado-Oblongo segundo Aristóteles.
O número perfeito porque em si encerra a unidade e o nada.
Temos o sistema decimal, o nº 10 de Downing Street, a camisola 10 do Travassos, do Maradona ou do Pelé, os Top 10, e sei lá que mais.
Agora temos mais um!
Um governo com dez ministros se o PSD chegar ao governo. Quais serão? Mistério ou gato escondido com o rabo de fora?
Pelo menos um já saíu a público a junção do Ministério do Interior e o da Justiça!
Ou seja, a justiça policial ou a polícia justiceira. Fazem o favor de escolher.

16 janeiro, 2009

A quem aproveita?

Jaime Veloso, n'A Baixa do Porto, denuncia através deste link, a lei da rolha que está a ser imposta às administrações dos portos portugueses, pelo Ministério das Obras Públicas.

Não se entende muito bem o que se pretende com este tipo de atitude, pois a ninguém aproveita a desinformação!

Mário Lino, deveria parar para pensar antes de decidir seja o que for, pois já demos por ela, demasiadas vezes, que os seus impulsos levam fatalmente a maus caminhos.

14 dezembro, 2008

Citações (XX)

Os maiores detractores dos governos são aqueles que pretendem governar

Marquês de Maricá